Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades de beneficiamento da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de beneficiamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades de beneficiamento; recebendo 1500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Agricultores Levantam Custos da Produção de Arroz Em Araranguá

Técnicos e produtores de arroz reuniram-se em encontro virtual nesta terça (18), em Araranguá, no sul do Estado, para levantamento de custos da produção regional, atividade que integra o projeto Campo Futuro, desenvolvido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). A proposta é disponibilizar informações para os produtores sobre o mercado, auxiliando-os nas tomadas de decisões.

O painel on-line, via aplicativo Zoom, foi conduzido pelo assessor técnico da CNA, zootecnista Thiago Rodrigues e pelo técnico do CEPEA, engenheiro agrônomo Renato Ribeiro. Parte dos produtores participaram da videoconferência na sede do Sindicato Rural do município, com tela de projeção e em atendimento às medidas de segurança determinadas pelos órgãos de saúde para prevenção ao contágio do novo coronavírus.

Produtores e técnicos analisaram custos e produtividade alcançados pela safra 2019/2020 na cultura que é a principal da região sul. A semente pré-germinada teve ganho de produtividade de 21% em relação à safra 2018/2019 e alcançou 175 sacas por hectare. O cenário também foi favorável para os preços praticados, com aumento de 33% em relação ao período anterior. Essa condição de bom preço e maior produtividade viabilizou a atividade na região e diluiu o aumento dos custos, que foi de 16% por saca.

O arroz semeadura também teve ganho de preço e produtividade. Foram colhidas 156 sacas por hectare, 7,6% a mais que na safra anterior, porém os custos aumentam em 7,6% por saca, o que reduziu a margem de lucro dos produtores. Eles gastaram 9% a mais com mão de obra e insumos.

De acordo com o assessor técnico da CNA, Thiago Rodrigues, os dados levantados serão checados pela equipe do CEPEA junto ao mercado, compilados pela CNA e repassados aos produtores da região dentro de um mês para integrar a estatística anual.

ARARANGUÁ

O presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo, ressaltou a importância da produção de arroz para a economia do Estado.

“Em todo o sul do Estado são mais de 94 mil hectares plantados, que geram cerca de 700 mil toneladas de arroz por ano e uma receita estimada de mais de R$ 600 milhões. É uma cultura que tem crescido muito e contribuído para o desenvolvimento dos produtores e do setor. O projeto Campo Futuro possibilita melhorar ainda mais a produtividade e a renda das famílias”, sublinha Pedrozo.

O presidente do Sindicato Rural de Araranguá, Rogério Pessi, informou que os produtores da região participam do levantamento há sete anos e estão comemorando os os resultados da última safra. “O ganho de produtividade foi bom, os preços melhoraram, o que dá condições para os produtores enfrentaram melhor as adversidades referentes ao clima e aos custos”.

METODOLOGIA E CONTRIBUIÇÃO

O projeto Campo Futuro é desenvolvido há 13 anos, desde 2007, em mais de 300 municípios do País, com objetivo de aliar a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de custos, riscos, preços e gerenciamento da produção agrícola e pecuária.

Para a realização do levantamento de dados utiliza-se a metodologia de “painel de custos de produção”, que consiste em reunir entre 10 a 15 produtores típicos da região e profissionais da área, para identificar, mediante debates e preenchimento de planilhas específicas, o sistema de produção local bem como seus custos diretos e indiretos.

“Com indicação dos Sindicatos Rurais, selecionamos produtores que reúnem a característica padrão da região e que entendem a realidade do mercado como um todo para participarem das discussões. Esses dados levantados in loco pelos produtores e pelos técnicos do CEPEA e da CNA ajudam a entender a realidade regional, os desafios de custo de produção, a dar transparência às ações da CNA e a abrir os olhos dos produtores para questões cada vez mais fundamentais no desenvolvimento das propriedades, inerentes ao maior controle gerencial”, destaca Thiago Rodrigues. Em Araranguá o padrão das propriedades é de 50 hectares de produção de arroz pré-germinado e 80 hectares de semeadura.

As informações geradas abastecerão um sistema de informação de custo de produção do mercado agropecuário que será disponibilizado aos produtores rurais, os quais terão apoio dos sindicatos para acessar os dados. Com essas informações, a CNA busca manter um sistema de acompanhamento periódico dos mercados agrícola e de insumos e fornecer dados regionais às Federações.

“Os dados específicos também contribuem para a elaboração de políticas públicas voltadas ao setor”, acrescenta o técnico da CNA.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organ

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