Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Intercâmbio de experiências entre produtores e profissionais de Ater

Poder ver de perto diversas tecnologias e formas de produção aplicadas em diferentes partes do país é uma ótima opção para quem quer aprimorar os negócios da agricultura familiar. Há mais de 10 anos, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), por meio da Subsecretaria de Reordenamento Agrário (SRA), apoia o intercâmbio tecnológico, visando a transferência de novas tecnologias e práticas inovadoras de manejo de unidades de produção. 

O intercâmbio acontece entre a cooperativa Carpil, de Alagoas, e a Cooperativa Coopavel, no Paraná, entre outras.  De acordo com Luciano Silva, presidente da Carpil e coordenador do intercâmbio, esse ano, o grupo é composto por 108 integrantes, entre eles agricultores e agricultoras familiares, jovens e técnicos. São estudantes e profissionais que trabalham com o Programa Nacional do Crédito Fundiário (PNCF) no estado de Alagoas, Pernambuco, Ceará e Sergipe. 

A subsecretária de Reordenamento Agrário da Sead, Raquel Santori, destaca a importância de levar esse tipo de conhecimento para o público beneficiário do crédito fundiário e para os jovens. “Estamos qualificando para que eles conheçam novas experiências de inovações tecnológicas para implantar nas ações que desenvolvem na comunidade do crédito fundiário nesses estados”. 

O percurso do intercâmbio ganhou o nome de Rota do Conhecimento. São quatro estados, em nove dias, nos quais os intercambistas visitam diversas propriedades e cooperativas, instituições e ainda participam de uma grande feira agrícola. “Através das atividades estamos promovendo a rota do conhecimento, para que a juventude possa perceber que ações desenvolvidas com outras realidades também podem ser implementadas no Nordeste”, ressalta Raquel Santori.
 
A caravana está na estrada desde o dia primeiro desse mês. A rota começou pela Bahia, em uma visita a Unidade de Beneficiamento de Frutas da Coopaita, em Ibateguara. No Centro-Oeste, no Distrito Federal, o grupo teve a oportunidade de conhecer os trabalhos da Fazenda Malunga, referência na produção de orgânicos. 

Visita técnica no DF

Os intercambistas puderam conhecer as técnicas usadas na Fazenda Malunga e conversar com o técnico agrícola e gerente de produção, Claudio Roberto Duda. A cerca de 75 km do centro da capital, a propriedade tem uma produção totalmente orgânica em larga escala. Para o bom andamento das vendas e da produção, o técnico afirma que o comprometimento da equipe e organização é fundamental. Ele ainda destaca a importância de capacitar os envolvidos no trabalho. “Para a gente chegar nessa produção, tivemos que investir em conhecimento, treinar a nossa equipe e montá-la. A gente pode ter toda tecnologia do mundo, mas se não tiver gente capacitada, que vista a camisa, não funciona”, ressalta o gerente. 

Névio Guimarães, extensionista da Emater-DF, que acompanhou o grupo na visita ao estado, destaca a importância de projetos como o intercâmbio tecnológico. “Dentro dos serviços de assistência técnica e extensão rural, a visita fomenta um anseio pela pessoa em ver. Muitas vezes não adianta ela ter o conhecimento só teórico, se eles não verem na prática." Além da fazenda, o grupo ainda fez visitas à Coopadef e à Cootaquara. 

Para Luciano Silva, presidente da Carpil, ver as técnicas sendo aplicadas é fundamental, "As pessoas não acreditam mais em conversas, eles querem ver. O intercâmbio tecnológico faz com que eles vivenciem a realidade e dentro de sua cultura, de sua capacidade econômica, se adequem com a sua realidade." 

O intercâmbio chama a atenção desde dos mais experientes ao mais novos na agricultura familiar. O produtor Luiz Roberto de Oliveira, de Palmeiras dos Índios, em Alagoas, tem 78 anos e já participa do intercâmbio há anos. "A gente leva informação daqui e traz de lá pra cá. Antigamente eu tirava 5 a 6 litros de leite por animal, hoje, após trocas de informação no intercâmbio, tenho vaca que tira uns 30 litros, com as duas tiragens." Seu Luiz veio com o filho e ainda conta a felicidade em vê-lo interessado, conversando com o gerente de produção da Fazenda Malunga.

Sucessão rural

Atividades como o intercâmbio são um incentivo também para os jovens do campo. Filha de agricultor familiar e estudante do curso técnico de agroecologia do Serta, em Pernambuco, Leticia Silva, de 20 anos, aprovou a iniciativa e está animada para aplicar os conhecimentos na propriedade dos pais. "Estou achando muito legal, é uma ótima experiência. Já estou pensando em aplicar o adubo verde que vi aqui", conta. Para o futuro, a jovem diz apostar na produção sem agrotóxicos. "Penso em um Brasil agroecológico, livre dos agrotóxicos. Com certeza, quero continuar no campo".

O grupo ainda passou por Rio Preto, em São Paulo. Esta semana, os intercambistas participam do Show Rural Coopavel, em Cascavel, no Paraná e fazem outras visitas a cooperativas, propriedades e instituições do meio rural. 




Fonte: Agrolink

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