Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Bancado por produtores, teste de carga no porto de Cáceres vai custar R$ 4 mi

Os testes de carga no Porto de Cáceres devem começar a ser realizados em março, segundo o presidente da Associação Pró-Hidrovia, Reck Junior. O procedimento é necessário para verificar a capacidade e viabilidade econômica e logística da região. Esse trabalho inicial no local está sendo bancado por produtores e os investimentos estão calculados em torno de R$ 4 milhões.

O porto fica localizado no setor industrial de Cáceres. Após o término das análises, o complexo deverá ser repassado ao Governo Estadual, que abrirá licitação para escolher a empresa que irá gerenciar as atividades. 

Reck Junior, que também é empresário, revelou que os trabalhos estão no começo e que “[o porto] está até bem cuidado no aspecto visual, mas como um carro, ele estraga quando fica muito tempo parado. Então ainda estamos meio no escuro”. 

Ele disse que a ideia do porto é fazer a ligação entre a terra e o mar. O porto irá aproveitar o potencial da hidrovia do Mercosul que, como ele explica, é 100% navegável e não precisa de uma interferência humana. “A hidrovia é um patrimônio, o mundo inteiro luta para ter um rio navegável. Então, nós entendemos que ela será viável para o transporte de qualquer mercadoria. Seja soja, milho, madeira, produtos industrializados, fertilizantes, adubo, trigo, enfim, a construção precisa atender a sociedade como um todo”, pontua.

Apesar da hidrovia estar “pronta”, Reck afirma que os testes de carga são necessários para que haja um reconhecimento das características do rio. Ele explica que, mesmo o local já tendo recebido navegação há algum tempo, nunca foi feito um histórico das águas. “Quando o rio abaixa, por exemplo, não tem como navegar. Então precisamos de um tempo, cerca de 7 meses, para realizar esses testes e verificar como funciona o ciclo do rio. Além disso, a partir desses estudos podemos conhecer a viabilidade econômica do rio, ou seja, quanto ele pode movimentar de produtos e etc”, explicou.

Todos os estudos estão sendo bancados por produtores da região, que estão ligados a Associação Pró-Hidrovia e, portanto, nesse ciclo não está sendo gasto dinheiro público. Os investimentos estão sendo custeados com questões como a limpeza, segurança, reformas no terminal de máquinas, elevadores e correias, exemplifica o presidente.

O empresário afirma também que acredita que os trabalhos devem se encerrar ainda neste ano. Ele lembra que os trâmites burocráticos foram um empecilho para o projeto, mas que é importante lutar pelo porto até o fim já que “a hidrovia é um maiores patrimônios que um estado pode ter”.

“Todos os produtores que fazem parte da associação entenderam a importância de ajudar a tirar a ideia do papel. Não adianta só cobrar, nós temos que ser proativos também. Então nós vamos fazer os investimentos necessários agora para que depois o governo possa tocar a obra. Estando o porto concluído, Mato Grosso só tende a ganhar”, argumenta. 

Prefeitura

O prefeito de Cáceres, Francis Maris (PSDB), explicou que alguns trabalhos, como a dragagem (limpeza), estão acontecendo em paralelo no rio e reiterou que a meta é fazer com os testes de carga comecem no próximo mês de março. 

Francis afirmou que os benefícios da obra vão desde a geração de empregos até as possibilidades comerciais com outros países como a Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai, que também são cortados pela hidrovia do Mercosul, anteriormente chamada de Paraguaia-Paraná. “Teremos ainda o transporte da soja, do milho, de algodão, de grãos, de toda a produção de carne, de couro, de madeira, enfim, de toda a produção de Mato Grosso. Com a logística do transporte fluvial você diminui o custo do frete e repassa para os produtores, que vão ganhar com isso e ter custos menores”, afirma.

O chefe do executivo municipal chegou a dizer, no final do ano passado, que a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) poderá fazer com que o município se torne a principal economia do estado em 10 anos. 




Fonte: Agrolink

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