Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Expedição técnica avalia soja em Mato Grosso

A região Sudeste do Mato Grosso, polarizada por Rondonópolis, recebe a equipe 3 do Rally da Safra 2017, principal expedição técnica para monitoramento da safra de grãos no Brasil, entre os dias 30 de janeiro (segunda-feira) e 04 de fevereiro (sábado). Os técnicos irão a campo avaliar as condições das lavouras de soja precoce.

“Nossa expectativa é de um viés de alta na safra do Estado. Percorremos a região Médio Norte do Mato Grosso em meados de janeiro, com a equipe 1, para avaliar as áreas de soja precoce, e encontramos produtores otimistas e lavouras com média de produtividade maior que no ano passado”, explica Fabio Meneghin, analista e sócio da Agroconsult, organizadora da expedição.

O excesso de chuvas no Estado trouxe aos produtores o desafio de tirar a safra do campo. “O clima atrapalhou essa etapa, mas não a ponto de causar perdas. As breves janelas permitiram a colheita. Este ano o humor dos produtores mato-grossenses está diferente, eles já planejam mais investimentos. É uma combinação de safra boa, juros em queda e retomada da confiança”, complementa Meneghin.
Nesta fase da expedição, os técnicos avaliarão lavouras de soja precoce em Primavera do Leste na terça-feira, dia 31, e quarta-feira, dia 01 de fevereiro. Na sequência farão visitas às propriedades da região de Alto Garças e Alto Taquari na quinta, dia 02, e Rondonópolis e Itiquira, dia 03, finalizando o trecho em Cuiabá, no dia 4. O Rally voltará ao Mato Grosso entre os dias 13 e 23 de fevereiro com as equipes 4 e 5 para verificar as lavouras de ciclo médio e tardio.

Os técnicos do Rally vão a campo verificar o potencial produtivo das lavouras, participação de transgênicos, características físicas e nutricionais da soja, níveis de fertilidade do solo e pragas, doenças e plantas daninhas, entre outros dados. Farão ainda entrevistas com produtores da região visitada.

Segundo projeções pré-Rally da Agroconsult, organizadora do projeto, o maior estado produtor nacional de soja deverá colher uma safra de 30,2 milhões de toneladas, volume 13% maior se comparado com a safra passada. A área plantada deverá crescer 4%, chegando a 9,5 milhões de hectares.

No Brasil, a estimativa, a ser confirmada durante as visitas às lavouras, é de uma produção de 105,0 milhões de toneladas, volume 9,0% maior em relação à safra passada. A produtividade deve alcançar 51,3 sacas por hectare, o que significa um desempenho 6,4% maior sobre 2015/16. “Esperamos uma boa safra, principalmente no Mato Grosso, onde as condições climáticas estão melhores que no ano passado”, afirma André Pessôa, coordenador geral do Rally da Safra.

Assim como em anos anteriores, a influência do clima deve pautar o desenvolvimento das lavouras de soja no País. De maneira geral, a expectativa é de uma safra melhor em relação à 2015/16. Até o momento, os produtores têm reportado clima favorável e com grande potencial de recuperação de produtividades.

Nesta edição do Rally da Safra 2017, os técnicos ampliarão a permanência no campo, ficando de janeiro a agosto entre o trabalho de levantamento nas lavouras e 15 eventos regionais com produtores do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Serão oito equipes em campo para avaliar amostras de soja e três para verificar o milho segunda safra, em um total aproximado de 85 mil quilômetros percorridos. Mais de 1.000 lavouras serão avaliadas em 12 estados brasileiros que correspondem por 95% da área de produção de soja e 85% da área de produção de milho safrinha.




Fonte: Agrolink

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