Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

SC: Exportações de carne suína atingem maior índice da última década

Santa Catarina se consolida como maior exportador de carne suína do país e atinge o maior volume da última década. Em 2016, o volume das exportações chegou a 274,1 mil toneladas, um aumento de 43,47% em relação a 2015. O estado respondeu por 38% das exportações brasileiras de carne suína, arrecadando US$ 555,2 milhões no último ano. A quantidade exportada só fica atrás de 2005, quando o estado vendeu quase 280 mil toneladas para o exterior. Líder nacional na produção de carne suína, Santa Catarina quer ampliar suas parcerias com os mercados mais competitivos do mundo.

Em 2016, os principais destinos da carne suína produzida em Santa Catarina foram Rússia, China e Hong Kong, que juntos responderam por 67,2% das exportações do estado. A grande surpresa é o incremento nas vendas para China, que passaram de 3,5 mil toneladas em 2015 para mais de 63,7 toneladas no último ano, fazendo com que o país fosse o segundo maior comprador da carne suína catarinense.

O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, atribui o sucesso de Santa Catarina na produção e exportação de carne suína à qualidade dos produtos e a excelência sanitária dos rebanhos. Hoje, o estado é o único do Brasil, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMS), como área livre de febre aftosa sem vacinação e também é zona livre de peste suína clássica.

“As certificações internacionais e o intenso trabalho de defesa sanitária fazem com que Santa Catarina tenha acesso exclusivo aos mercados mais exigentes do mundo como Japão, Estados Unidos e, em breve, Coreia do Sul”, ressalta. Sopelsa acredita que as conquistas são fruto de uma sólida parceria entre os produtores catarinenses, iniciativa privada e o Governo do Estado, que não pouparam esforços em prol da sanidade.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), as exportações brasileiras em 2016 totalizaram 732,9 mil toneladas, volume que supera em 32% as 555,1 mil toneladas embarcadas em 2015. A receita acumulada nos 12 meses de 2016 alcançou US$ 1,48 bilhão, saldo 16% maior em relação ao obtido no ano anterior.

“O excelente resultado das exportações ajudou a diminuir os efeitos da retração do consumo interno, impactado pela crise econômica brasileira. Neste contexto, foi altamente positivo o crescimento da participação de Hong Kong, da China e de países da América do Sul no total exportado, diminuindo a dependência sobre as vendas para a Rússia”, ressalta Francisco Turra, presidente-executivo da ABPA.

A grande expectativa para 2017 é a abertura do mercado da Coreia do Sul para carne suína catarinense. Com 50 milhões de consumidores, o mercado sul-coreano é uma importante conquista para o agronegócio catarinense e a intenção é vender aproximadamente 30 mil toneladas por ano para aquele país. As negociações para exportação de carne suína produzida em Santa Catarina para Coreia do Sul estão em fase final.

Suinocultura em SC

Em Santa Catarina, a produção anual de carne suína gira em torno de 950 mil toneladas. Com um rebanho efetivo estimado em sete milhões de cabeças, o estado é responsável por 27% da produção nacional, cerca de 3,48 milhões de toneladas, e é o maior exportador de carne suína do país.

Por seu status sanitário diferenciado, o estado é habilitado a exportar para os países mais competitivos do mundo como a Rússia, China, Angola, Cingapura, Chile, Japão, Uruguai e Argentina.




Fonte: Agrolink

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