Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Sudoeste baiano amplia área plantada com algodão

A região sudoeste já sente os reflexos positivos da Portaria n°229 de 1° de junho de 2016, da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura do Estado (Seagri), que suspendeu o vazio sanitário do algodão – período de ausência de plantas vivas do algodoeiro ‘soqueira’ e ‘tigueras’ no campo – por dois anos, mediante atendimento de exigências preestabelecidas.

Em comparação com a safra 2015/2016, com 8.276 mil hectares de área plantada, a perspectiva é que a safra 2016/2017 tenha área expandida em cerca de 21,1%. “O nosso objetivo foi oferecer aos produtores da região novo fôlego para a retomada da produção de algodão”, afirma secretário da Agricultura, Vitor Bonfim.

Segundo o diretor-executivo da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Lidervan Mota Moraes, a estimativa é que o plantio, que teve início na segunda quinzena de outubro de 2016, com áreas ainda sendo semeadas, alcance 10.025 mil hectares cultivados. A portaria abrange os municípios do Território de Identidade Sertão Produtivo e do Território Velho Chico - as regiões de Bom Jesus da Lapa, Igaporã, Malhada, Matina e Riacho de Santana, que adquiriram novo fôlego para retomar a produção de algodão.

Estiagem

“A produção de algodão crescia na região, porém, diante da intensa escassez de chuvas, há pelo menos três anos, registrou-se queda de 30 mil arrobas para 12 mil, e, na última safra, oito mil arrobas, migrando de 250 mil hectares plantados, na década de 80, auge da cotonicultura (produção de algodão) no sudoeste, para pouco mais de 8 mil hectares”, enfatiza o secretário.

A portaria faz uma adequação à normativa federal, que estabelece o vazio sanitário para a cultura do algodão no estado da Bahia, no período de 20 de setembro a 20 de novembro de cada ano, como já acontece em outros estados, a exemplo de Minas Gerais, que exclui da obrigatoriedade as propriedades produtoras de algodão localizadas abaixo de 600 metros de altitude nas regiões Noroeste e Norte de Minas.

“O estado de Minas faz fronteira com a região baiana e possui condições de clima e solo semelhantes. O sudoeste não deve efetuar o plantio do algodão da mesma forma que o oeste, diante da distinção climática e nível pluviométrico entre as regiões”, diz o secretário.

As propriedades são monitoradas pela Abapa e fiscalizadas pela Adab. No período de dois anos de suspensão do vazio, por meio do monitoramento e análise dos riscos, com o suporte dos institutos de pesquisa, estão sendo mensurados os resultados e impactos da mudança, como forma de prevenção contra doenças e pregas nas lavouras, a exemplo do bicudo, considerado a principal praga do algodoeiro.




Fonte: Agrolink

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