Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Entidades pedem medidas emergenciais para comercialização do trigo

Entre as propostas estão aumento do prêmio em leilões do cereal e prorrogação de custeios agrícolas

A dificuldade da comercialização de trigo motivou entidades do Rio Grande do Sul a buscar junto ao Ministério da Agricultura a solicitação de medidas em caráter emergencial para solucionar o problema que os produtores vem enfrentando na venda do produto. Entre as propostas estão a manutenção dos leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e Prêmio para Escoamento do Produto (PEP) com prêmio de R$ 266 a tonelada e a prorrogação das operações de custeios agrícolas em face de os vencimentos ocorrerem a partir deste mês.

Além disso, a carta pede a autorização pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de todos os editais referentes ao ressarcimento de despesas operacionais em consonância com a tabela de taxa do serviço da Política de Garantia dos Preços Mínimos (PGPM) e autorização e liberação de recursos para Aquisições do Governo Federal (AGF). O documento, assinado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), em conjunto com a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e Associação dos Cerealistas do Estado do Rio Grande do Sul (Acergs) lembra também que no Estado o estoque represado de trigo é de 700 mil toneladas, e a janela de exportação tem parzo até o final de fevereiro.

Na avaliação do presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, os leilões que vem sendo realizados desde o início de dezembro do ano passado não estão surtindo efeito no mercado. O temor é que a dificuldade de comercialização venha novamente a desestimular o plantio e trazer uma nova redução de área para o Rio Grande do Sul neste ano. "Os produtores não conseguem vender, as cooperativas e cerealistas que originaram esta produção também não avançam na comercialização e temos uma safra de milho e logo após a de soja que serão colhidas e é preciso abrir espaço para receber estes grãos. É muito frustrante ver hoje o produtor, depois de dois anos de safras com problemas, conseguir colher e não tem para quem vender", observa.

A FecoAgro/RS tem pregado a busca por alternativas para a produção de trigo destinado para outros fins e com aceitação em mercados externos. No próximo dia 16, em Passo Fundo, serão apresentados os resultados das áreas demonstrativas do projeto feito com a Embrapa Trigo para viabilizar um trigo voltado para a exportação. "Junto com a pesquisa e os melhoristas queremos aumentar o potencial produtivo destas lavouras, além de reduzir os custos de produção, fazendo um investimento de forma racional", reforça Pires.

O documento revela também que os produtores estão recebendo valores abaixo do preço mínimo estipulado pelo governo federal que é de R$ 38,65 a saca de 60 quilos. Atualmente o mercado tem pago cerca de R$ 29,00 a saca, o que traz um prejuízo ao produtor. Dados da Conab divulgado nesta terça-feira, 10 de janeiro, apontam que a colheita foi de 2,5 milhões de toneladas no Rio Grande do Sul, número de acordo com os prognósticos da FecoAgro/RS com base em informações das áreas técnicas das cooperativas.

Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective




Fonte: Agrolink

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