Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Saiba mais sobre colheita, extração e beneficiamento de mel

Trabalhando com mel colhido no Pantanal da Nhecolândia (MS), técnicos e apicultores foram capacitados na última semana em técnicas de colheita, extração e beneficiamento do produto por meio de uma ação promovida pela Embrapa Pantanal. Ao fim da iniciativa, os 16 quadros de mel com os quais os participantes praticaram renderam cerca de 11 kg. “Na nossa região, os apicultores vendem o quilo por cerca de R$ 30, R$ 40”, diz o pesquisador Vanderlei dos Reis. Essa quantidade, portanto, valeria de R$ 3 mil a R$ 4 mil ao apicultor. Porém, o pesquisador ressalta: para assegurar a qualidade dos produtos e o valor no mercado, é preciso prestar atenção a alguns detalhes logo no início da produção.

“A colheita e a extração começam desde a instalação do apiário. Se não atentarmos para as fases intermediárias, dificilmente iremos manter a qualidade do mel que está dentro da colônia”, afirma. Vanderlei dá algumas recomendações para trabalhar com a extração de forma apropriada: “sempre use macacão, avental, touca e aplique álcool 70% para higienizar as mãos, braços e ferramentas de trabalho”. Durante a capacitação, os participantes aprenderam a retirar o mel depositado pelas abelhas nos quadros de madeira que ficam dentro das colmeias. “Para extrair o mel, 80% do quadro tem que estar operculado – ou seja, coberto pela cera que fecha os favos. Retiramos a cera, tomando cuidado para não destruir esses favos, e a guardamos para reutilizar depois”.

Após a colheita e a desoperculação dos quadros, eles foram colocados em uma centrífuga para retirar o mel. O tempo de centrifugação varia de acordo com a velocidade com a qual o material é girado e com a viscosidade do produto. Na retirada da centrífuga, o mel é filtrado e levado para um tanque decantador, onde será deixado por cerca de dois dias para que os últimos resíduos de cera possam ser finalmente retirados. Vanderlei alerta para o ponto de maturação do mel, que precisa estar abaixo de 20% de umidade para uma boa colheita. “Se o local de trabalho estiver sujo, úmido, se não usarmos equipamentos adequados (feitos de inox) ou demorarmos muito tempo para trabalhar com esse material, vamos perdendo sucessivamente a qualidade nessas etapas do processo”.

Experiências

Entre os participantes da capacitação, estavam Juari de Castro Luz e Pedro Paulo Costa, ambos técnicos em meio ambiente interessados em trabalhar com a multiplicação dos conteúdos expostos no curso. “Eu tenho interesse em ministrar palestras. Quero ajudar quem trabalha na área procurando novas técnicas e passando para os apicultores”, diz Juari. Para Pedro, que também é técnico em agropecuária, o objetivo é se tornar instrutor. “Eu nunca tinha visto a extração sendo feita dessa forma. Isso capacita a gente a verificar a eficiência de outras extrações e encaminhar as pessoas para trabalhar de maneira correta, agregando valor a esse mel”, conta.

Além dos técnicos, Luciano Maciel de Moraes também participou da capacitação. Presidente da comunidade ribeirinha São Francisco, ele conta que as famílias da população tradicional pantaneira (que trabalhavam quase exclusivamente com a pesca de iscas) passaram a contemplar a apicultura como fonte alternativa de renda há cerca de um ano. “Eu nunca tinha trabalhado com isso. Não sabia que existia apicultura no Pantanal nem tinha nem colocado o macacão”, diz. “Foi difícil. Depois que me acostumei, não consigo trabalhar sem. Hoje, a gente produz com equipamentos de inox, com bastante higiene, e acredita que vai vender mais mel do que antes”.

O presidente conta que as onze famílias da comunidade estão envolvidas com a manutenção de oito caixas de abelhas atualmente. A intenção é aumentar o número de colônias, já que em fevereiro o grupo deve realizar sua primeira extração de mel. “Esse ano apareceu um barco de turistas que queria comprar 600 kg. A gente não tinha tudo aquilo, na época. Até os vizinhos de outras comunidades estão animados. Conversam comigo me perguntando sobre as abelhas, sobre tudo. Vou passar para eles o que aprendi!”, finaliza.




Fonte: Agrolink

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