Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Conheça o Paraná que acalma o Brasil

A busca por um estilo de vida mais saudável ou por alternativas naturais no tratamento de doenças fez o mercado nacional de plantas medicinais, aromáticas e condimentares explodir no país nos últimos cinco anos. De acordo com uma pesquisa divulgada pela E.Life, empresa especializada em análise de mídia gerada pelo consumidor, no Brasil, as buscas online por chás aumentaram 168% entre 2011 e 2016. E a camomila ocupa a primeira colocação entre as opções mais procuradas.

A notícia é excelente, principalmente para o Paraná, estado que responde por 90% da produção nacional de plantas medicinais. São mais de 80 espécies cultivadas em diversas regiões do estado, com destaque para a camomila, hortelã, melissa e o ginseng brasileiro. Essas e outras culturas movimentaram R$ 80,6 milhões em 2016, ano em que 1.830 famílias dedicaram 6,2 mil hectares para as diferentes culturas.

Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba, é a capital nacional da camomila, a planta medicinal mais cultivada do país. Famosa por seu efeito calmante e digestivo, além de conter propriedades que fornecem ação anti-inflamatória e antisséptica, essa planta de flores brancas, corola amarela e cheiro agradável, sai daqui para abastecer farmácias e lojas de todos os estados brasileiros, além de alguns países da Europa e da América do Sul.

De acordo com engenheiro agrônomo do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PR), Cirino Corrêa Júnior, o cultivo da camomila como cultura alternativa de inverno na Região Metropolitana de Curitiba tem mais de 100 anos. “As condições climáticas e de solo são ideais não apenas para a camomila, mas também para outras plantas”, afirma o especialista, que, na década de 1980, formou um grupo para impulsionar o cultivo de plantas medicinais e aromáticas no estado. “Nós divulgamos as culturas para os pequenos produtores, ajudamos na organização, em projetos, na construção de armazéns, secadores e na criação de cooperativas”, conta o coordenador do grupo – que ainda existe – e que já publicou 18 obras sobre o assunto.

A camomila e outras plantas medicinais do Paraná encontram mercado nas indústrias de medicamentos, cosméticos e alimentos de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e também do próprio estado. No caso da camomila, a movimentação financeira atingiu R$ 17,3 milhões neste ano. Ao todo, foram produzidas 1,7 mil toneladas, metade em Mandirituba.

Segundo o extensionista do Emater-PR em Mandirituba, Silvio Galvan, a camomila é uma cultura de inverno, ou seja, tem bom desenvolvimento em regiões de clima temperado, frio e úmido. O plantio é feito entre abril e maio e a colheita entre agosto e outubro. “É uma atividade complexa. Exige um bom nível de conhecimento. Mas é mais rentável que a soja e o milho, por exemplo”, diz Cirino Corrêa Júnior.

Empresa de chás aposta em crescimento em 2017

O crescimento na produção de plantas medicinais e aromáticas nos últimos anos se refletiu no tamanho da Madiervas, empresa especializada no comércio e distribuição de chás e temperos, localizada em Mandirituba (RMC). De 1980, quando foi criada, para cá, passou de quatro a 120 hectares e hoje produz 25 opções de chás em sachês de papel e 40 em pacotes plásticos, além de 30 tipos diferentes de temperos. Para 2017, o produtor e proprietário Adriano Franco espera um crescimento ainda maior. “Vamos apostar na terceirização para crescer neste ano. Com isso esperamos aumentar o nosso mercado e ser uma referência nacional. Já estou importando novas máquinas, que devem chegar até o fim do primeiro semestre do próximo ano, e pretendo importar ainda mais uma”, revela Franco. Segundo ele, os chás mais vendidos da marca são os de camomila, abacaxi e maçã com canela. “Antes, nós vendíamos apenas no Paraná. Nos últimos dois anos, atingimos os mercados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Distrito Federal”, explica.




Fonte: Agrolink

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