Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Fethab: Famato quer aplicação integral

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) mobilizou ontem representantes do setor produtivo do Estado para discutir a proposta e a modificação da Lei do Fethab – Mensagem 91/2016 e a proposta do governo de Reforma Tributária, o aumento do ICMS da energia elétrica rural e do ICMS cobrado na saída de gado em pé para outros estados. A Famato e a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT) não abrem mão de que 100% dos valores cobrados no Fethab 1 e 2 devem ser aplicados, única e exclusivamente, em obras de infraestrutura de logística do transporte, como construção, reestruturação e manutenção de rodovias estaduais.

Em princípio a proposta do governo é de que 30% do Fethab 1 seja destinado para despesas obrigatórias, essenciais e outros investimentos do Estado e 20% do Fethab 2 seja destinado para outras obras de infraestrutura de transporte.

“O Fethab é uma contribuição dos produtores rurais para com Estado e o que nós queremos é que essa contribuição, que já foi definida anteriormente, seja aplicada exclusivamente em infraestrutura de estrada. E isso não está acontecendo”, pontua o presidente da Famato Rui Prado. Outro ponto questionado pelo setor é o prazo de cobrança do Fethab adicional, o Fethab 2. Para o setor o prazo deve ser até 31/12/2018 e na proposta do governo ele vai até 31/12/2022. Na avaliação dos produtores uma transição de governo pode interferir no que for acordado atualmente.




Fonte: Agrolink

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