Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Demandas para o Semiárido são apontadas em reunião de Comitê Assessor da Embrapa

Entre os temas levantados pelos membros do CAE estavam a produção pecuária

Formado por representantes de diferentes instituições e segmentos da sociedade, o Comitê Assessor Externo (CAE) da Embrapa Semiárido apontou uma série de demandas de pesquisa para a agropecuária da região, durante reunião realizada no dia 8 de dezembro, na sede da empresa, em Petrolina-PE.

Entre os temas levantados pelos membros do CAE estavam a produção pecuária, com destaque para pequenos animais e para o gado Sindi, a agricultura irrigada, com temas específicos como a fisiologia anti-stress das plantas e estudos de fitossanidade, uma abordagem de pesquisa participativa envolvendo a agricultura familiar, além da questão crítica de uso da água na produção agrícola, entre outros. O Comitê sugeriu, ainda, a ampliação dos serviços e das ações de transferência de tecnologia, além de apontar algumas recomendações para o processo de gestão da instituição.

De acordo com o presidente do CAE, o Diretor Executivo de Transferência de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stumpf Júnior, grande parte das demandas levantadas já fazem parte da programação de pesquisa da empresa, mostrando que um dos pontos que ainda pode ser investido é a interação e comunicação com seus públicos.

Para o chefe-geral da Embrapa Semiárido, Pedro Carlos Gama da Silva, membro do CAE na função de Secretário-Executivo, muitas das demais sugestões apontadas podem facilmente ser incorporadas à programação da empresa, outras ainda deverão ser inseridas aos poucos. Segundo ele, a próxima etapa é levar as questões colocadas na reunião para os chefes adjuntos de pesquisa e desenvolvimento, de transferência de tecnologia e de administração, para adoção das mesmas pela Unidade.

Posse 

Antes da reunião fechada entre os membros do CAE, foi realizada uma audiência pública, com a participação de representantes de instituições parceiras e do setor produtivo, além de empregados da Embrapa, em que foram apresentados e empossados os novos membros. Na ocasião, também foram trazidos subsídios para o trabalho do Comitê, como uma contextualização sobre o modelo de gestão da empresa e sobre a Agenda de Prioridades da Embrapa Semiárido, englobando as áreas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, Transferência de Tecnologia e Gestão Institucional, além de uma visita às instalações da instituição.

Os novos membros do CAE, que cumprem mandato de três anos, são: o Consultor do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Antônio Rocha Magalhães; o presidente do Instituto da Fruta do Vale do São Francisco - BA, Ivan Pinto da Costa; o Presidente do Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), Mário Antônio Pereira Borba; o coordenador da Articulação para o Semiárido (ASA), Naidison de Quintella Baptista; a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Pernambuco, Lúcia Carvalho Pinto de Melo; e o Gerente do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de Pernambuco, Fernando Castilhos de Araújo Galindo Félix – os dois últimos que não puderam estar presentes nesta primeira reunião. Também fazem parte os membros internos, que são os Chefes-Gerais de duas Unidades da Embrapa – Paulo do Carmo Martins (Gado de Leite) e Marco Aurélio Delmondes Bomfim (Caprinos e Ovinos) –, além do presidente e do secretário-executivo.

O Comitê é um órgão consultivo, criado em todos os centros de pesquisa da Embrapa, com a finalidade de promover a interlocução entre a instituição e seu ambiente externo. Cabe ao CAE captar demandas dos segmentos agrícolas e da sociedade, monitorando o ambiente, especialmente quanto às tendências nos cenários de Ciência, Tecnologia e Inovação relevantes ao planejamento e à programação de pesquisa e desenvolvimento da empresa.




Fonte: Agrolink

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