Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Pronaf ajuda agricultor a produzir energia renovável no Paraná

Usar o sol para produzir energia é uma ótima opção para quem quer economizar na conta de luz e ajudar o meio ambiente. Com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), agricultores têm a oportunidade de financiar tecnologias para produção de energia renovável, como placas fotovoltaicas. É o caso de Antoninho Goldinho, do município de Francisco Beltrão, a 500 km de Curitiba (PR). 

Antoninho é um exemplo de agricultor consciente que sabe que a agropecuária sempre exigiu muito da natureza. Por isso, com o apoio de políticas públicas e de novas tecnologias, decidiu mudar esse cenário na sua propriedade. Ele foi o primeiro agricultor familiar do país a financiar placas fotovoltaicas pelo Pronaf Mais Alimentos para produção de energia solar. 

“A gente visitou uma feira aqui no município, vimos as placas e pesquisamos mais sobre o assunto na internet. Conversei com minha família e a gente viu que era viável fazer esse investimento, tendo em vista o alto custo da energia elétrica”, lembra.

O produtor financiou 20 placas fotovoltaicas para garantir a ordenha mecânica de 18 vacas leiteiras e a comercialização para um laticínio da região. Antoninho diz que fica feliz por saber que pode lucrar sem prejudicar o meio ambiente. Segundo ele, a despesa com energia elétrica caiu de R$ 370 para R$ 80 por mês. A meta agora é tornar-se autossuficiente e repassar o que sobrar.

“Ontem eu olhei e foi produzido 32 KW. Esse mês eu acredito que sobre energia. Vou mandar para a rede de distribuição e ficar com créditos para gastar dentro de cinco anos”, explica.

Como foi o primeiro a instalar placas fotovoltaicas na região de Francisco Beltrão, Antoninho conta que a energia solar tem feito sucesso junto a produtores e muitos estão interessados na tecnologia. “Tem uma visitação muito grande. Até pessoas de Santa Catarina e dos municípios vizinhos estão vindo aqui conhecer”, afirma.

O produtor garante que não tem tido dificuldade para pagar as parcelas do financiamento. Apesar de ter prazo de 10 anos para quitar o empréstimo de R$ 38 mil, ele acredita que conseguirá pagar tudo em no máximo sete anos. 


Desenvolvimento sustentável


Para incrementar o uso de energias renováveis através do Pronaf Eco e do Pronaf Mais Alimentos, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário (Sead) assinou acordo de cooperação técnica com associações do setor eólico e solar, como explica o coordenador do Mais Alimentos Nacional, André Luiz Martins. 

“Nosso objetivo, disposto no acordo de cooperação técnica, ressalta que uma das atribuições das entidades é de sensibilizar suas associadas (as empresas) a promover a adesão ao Pronaf, disponibilizando mais produtos para oferecer essa tecnologia para a agricultura familiar”, destaca.

De acordo com André Martins, o uso da energia renovável na agricultura familiar ainda é pouco conhecido e que bons exemplos de utilização, como o de Antoninho Goldinho, ajudam a promover a iniciativa. “Para nós, é muito importante atingir um público maior, no sentido de divulgar e alavancar o financiamento de energias renováveis com a linha de credito do Pronaf”, ressalta.

Para acessar os recursos do Pronaf, o agricultor deve procurar o sindicato rural ou a empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) de seu estado para obtenção da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Com a DAP, a empresa de Ater do município elabora o projeto técnico de financiamento para análise e aprovação do agente financeiro. 

 




Fonte: Agrolink

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