Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Iagro realiza levantamento de pragas e doenças nas lavouras do Mato Grosso do Sul

Durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, técnicos da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal (DDSV) da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) visitarão propriedades rurais de diversos municípios com o intuito de realizar um levantamento sobre a incidência da Helicoverpa armigera, ferrugem asiática e de lesmas no Estado. A meta é monitorar a incidência e nível de infestação da Helicoverpa armigera nas lavouras de soja em estágio inicial vegetativo.

A verificação dos focos de ferrugem asiática será realizada nos municípios de Amambai e Dourados, onde o Consórcio Antiferrugem, que trabalha por meio de parceria público-privada no combate à doença, recebeu recentes notificações. Durante este trabalho com a helicoverpa e a ferrugem também serão monitorados os problemas com a alta infestação de lesmas.

Helicoverpa Armigera

A Helicoverpa armigera ataca mais de cem espécies cultivadas ou não, como soja, milho, café e sorgo. “O primeiro registro da doença no Brasil ocorreu no oeste da Bahia em fevereiro de 2013, contudo até o momento não foi constatada em nível de dano econômico ao produtor do Mato Grosso do Sul e não estamos em estado de emergência fitossanitária para esta praga”. Comentou Filipe Petelinkar, chefe da divisão.

Segundo ele, em junho deste ano, amostras de sete propriedades foram enviadas para análise e confirmação da espécie, e apesar da presença positiva da Helicoverpa armigera em 5 amostras, não se tem registros alarmantes de danos causados pela praga. “Isso é um sinal de que foi controlada com monitoramento e aplicação de produtos”, completou.

Para ter controle da Helicoverpa armigera, Filipe alerta que o produtor de soja deve utilizar as técnicas do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e, quando necessário e recomendado por engenheiro agrônomo, deve aplicar produtos registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Caso o produtor venha a ter dificuldades para realizar o controle pode entrar em contato com a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) para receber apoio”, esclareceu.

Além deste tipo de levantamento e monitoramento, a Iagro promove continuamente treinamentos e reuniões técnicas sobre pragas da soja para fiscais e assistentes de fiscais da Agência. Em 2015 foi realizado em Campo Grande um Simpósio Estadual sobre ameaças fitossanitárias, aberto ao público e que esclareceu ainda mais para produtores e lideranças do setor produtivo os riscos e a importância do monitoramento constante. Mais de 200 pessoas entre pesquisadores, produtores e profissionais, participaram do evento, naquela oportunidade. “Ações como essa fazem parte do programa de defesa sanitária vegetal e tem o objetivo de continuar preparando os fiscais, auxiliares e agentes em relação ao tema e conscientizar os produtores a respeito das ameaças fitossanitárias”, encerrou.

Ao todo os profissionais da agência devem realizar o trabalho de verificação em mais de 200 propriedades durante o mês de dezembro e mais 800 nos meses de janeiro e fevereiro de 2017, em diversos municípios.

Cadastro e vazio sanitário da soja

Durante o vazio sanitário da soja, entre 15 de junho e 15 de setembro, fica proibido o cultivo de soja e é obrigatória a eliminação de grãos que sobram da colheita para evitar as plantas voluntárias (tiguera). A medida tem o objetivo de diminuir a incidência de pragas da soja para a safra seguinte.

Após o vazio sanitário, os produtores de soja devem cadastrar área de plantio até 10 de janeiro. O cadastramento é obrigatório para áreas de soja da safra 2016/2017 e deve ser feito exclusivamente pela internet.




Fonte: Agrolink

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