Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Em 2016, fruticultores do Manoel Alves colheram 230 toneladas de manga e expansão continua em 2017

O cultivo de manga em escala é novo no Tocantins e tem expandido principalmente nos Projetos Hidroagrícolas Manoel Alves, situado no município de Dianópolis, região Sudeste; e São João, município de Porto Nacional, na região Central. No Manoel Alves, o plantio dos mangueirais teve início a cerca de cinco anos. Esse ano a colheita já foi finalizada, e novas áreas estão sendo implantadas com a lavoura. No São João também existe pomares e a produção deve iniciar na safra de 2018.

A variedade cultivada é a Palmer, escolhida por ter boa aceitação nos mercados e por ser a que melhor se adaptou às condições climáticas da região, segundo o gerente agrícola do Distrito Manoel Alves, Patrik Diogo Antunes. “O crescimento da produção vem sendo alavancado pela demanda de mercado e bons preços da fruta. Na primeira safra de 2015 foram colhidas 60 toneladas. Nesse ano, a colheita foi de 230 toneladas, com perspectiva de colher 800 toneladas na safra 2017”, confirma. 

Em 2015, a área plantada no projeto Manoel Alves era de 65,40 hectares. “Atualmente são sete agricultores desenvolvendo a lavoura e a área de plantio chega a 116 hectares”, informa o responsável pela assistência técnica no Perímetro Irrigado do Projeto Manuel Alves, Valdinei da Silva Souza. “A produção atende o mercado interno e também os mercados de Brasília e São Paulo”, diz.

Sucesso

O produtor Delmácio Alves plantou em 2013, 1.500 pés de mangueiras, da variedade Palmer, em seis hectares, no projeto Manoel Alves. “Em 2016 plantei mais quatro mil pés. Hoje são 5.500 pés, em uma área de 16 hectares” diz. “A produção ao terceiro ano foi de oito toneladas por hectares. No quarto ano 15 toneladas por hectares e no sétimo ano estabilizou a produção com 30 toneladas por hectares”, acrescenta. “No início foi feito um investimento maior com o plantio das mangueiras, mas o produtor pode ter lucros durante 30 anos, tempo médio de produção dos mangueirais”, comemora.

Os produtores estão otimistas com a boa aceitação, da variedade Palmer, por parte de consumidores e mercados. Segundo Delmácio Alves, o quilo da manga Palmer pode chegar a até R$ 4,00 o kg e o custo de produção está em torno de R$ 2,00. 

Técnicas de plantio

Com a produção induzida e escalonada, o produtor consegue ter a fruta em qualquer época do ano. “A ideia é vender na entressafra, quando a demanda é maior e os preços estão melhores”, afirma o produtor.

Para o cultivo das mangueiras nos projetos, são utilizadas tecnologias como irrigação localizada e indução floral (com o uso de produtos que antecipam a produção dos frutos). A colheita da manga é feita manualmente, uma a uma, e são embaladas geralmente em caixa de plástico 25 kg ou papelão de 6 kg, dependendo do mercado consumidor.

Sobre a técnica de indução floral, o engenheiro Agrônomo da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Antônio Cássio de Oliveira Filho informa que seja na cultura da manga ou em outras frutíferas, a indução floral é uma forma de antecipar a produção e programar a colheita dos frutos e dar possibilidades ao produtor de colher frutas numa época em que a oferta é menor no mercado gerando uma melhor receita, explica.




Fonte: Agrolink

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