Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Sead participa de seminário em Minas Gerais sobre os potenciais da macaúba

Macaúba é uma palmeira grande, um fruto pequeno e que gera expectativas gigantescas. É em torno desse produto típico do cerrado que especialistas, estudantes e agricultores familiares se reuniram na última quinta-feira (1º), em Montes Claros (MG), no seminário intitulado “Macaúba: potencial, realidade e perspectiva”. 
    
O cultivo de macaúba tem animado pesquisadores brasileiros e produtores do estado de Minas Gerais. A palmeira pode ser encontrada em todo o estado.  E uma das características é a alta produção de frutos e a longevidade – que permite que até três gerações se beneficiem da sua produção. Diante desse potencial na região, o evento reuniu especialistas para falarem sobre o uso, o extrativismo e as expectativas econômicas do produto dentro e fora do Brasil. 

O coordenador-geral de Biocombustíveis da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), Marco Pavarino, ressalta que o bom aproveitamento da macaúba é uma realidade no Norte de Minas. “Os agricultores estarem em um ambiente de diversidade é fundamental para que eles ampliem os conhecimentos, os potenciais e as novidades do que é possível fazer com a atividade da macaúba”. Durante o evento, Pavarino explicou que a Sead, por meio do Selo de Combustível Social, coordena a parte da agricultura familiar no Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, no qual a macaúba está inserida. 

Os participantes do seminário tiveram a oportunidade de conhecer a cooperativa Cooper Riachão, que conquistou um contrato para a venda de óleo da macaúba para a Petrobrás. A cooperativa é habilitada pela Sead para aquisição do Selo Combustível Social.  

Guilherme Romeiro, coordenador de desenvolvimento agrícola da Petrobrás Biocombustível, conta que a cooperativa é a única, até então, a ter contrato com a empresa para fornecimento de óleo dessa espécie. "A macaúba cumpre duas funções importantes. A primeira é para o Selo de Combustível Social e a segunda é o suprimento local com um preço competitivo. A gente consegue promover uma diversificação de composição de matérias primas dentro de um arranjo local”, afirma Guilherme Romeiro.  

João Elias, diretor administrativo da cooperativa, afirma que a habilitação da Sead fez diferença na renda do empreendimento. "Toda cooperativa tem seus problemas, principalmente financeiros, e esse contrato com a Petrobrás trouxe para nós um ganho maior. Hoje podemos dizer que nós saímos do vermelho e entramos no azul."

Um dos pontos bastante citados nas palestras foi a grande demanda por óleo no país. A engenheira agrônoma Simone Favaro, da Embrapa Agroenergia, mostrou que 36% de óleo consumido no país vem do dendê, oriundo da Palma. Porém, o cultivo dessa espécie está restrito a algumas regiões, por conta das condições climáticas, como a região amazônica e a do Recôncavo da Bahia. Os dados apresentados pela engenheira agrônoma mostram que até 2020 o consumo de óleo vai chegar a 71 milhões de toneladas; e 81 milhões em 2025. Simone Favaro ressaltou que essa é uma ótima oportunidade para investir na macaúba. “Se a preocupação é produzir óleo, mas não ter mercado, essa preocupação não existe”, comentou.

O evento serviu também para ampliar o campo de visão dos profissionais que trabalham com a macaúba. A fruta pode ser usada para produção de combustível, alimentação, produtos de beleza, de higiene e tantas muitas possibilidades. O pequeno coco tem transformado a vida de muitos agricultores da região. Entre uma palestra e outra, foi possível sentir o gostinho da macaúba em algumas receitas da região, mostrando ainda que seu uso pode ir muito além do óleo. A agricultora familiar Ana Maria aprovou a ideia, “eu não sabia que dava para fazer sorvete nem suco. Só sabia mesmo do óleo, do sabão. O sorvete é uma delícia”. 

Edilene Costa, que também é agricultora familiar, conta que a renda com a produção da macaúba tem ajudado bastante a família. Sobre o evento, ela enfatizou: “Gostei muito. Fico muito feliz em ver as pessoas valorizando o que a gente faz”. 

Além do apoio da Sead, o seminário teve a participação e apoio das seguintes instituições: Unidade Beneficiamento Coco Macaúba, Cooper Riachão, Prefeitura de Montes Claros, Fundetec, Idene, Utramig, Sebrae, Unimontes, UFOP, UFMG, Epamig, Codevasf, Contaminas e Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais.

Para saber mais sobre o Selo Combustível Social, clique aqui.




Fonte: Agrolink

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