Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

MT/Soja 2016/17: Janeiro poderá ter colheita recorde

Com a semeadura da safra 2016/17 de soja cobrindo 99% dos mais de 9,3 milhões de hectares projetados para este ciclo, o foco da maior parte dos produtores de Mato Grosso se deslocar para a colheita, que em alguns casos terá início na semana do Natal. Como a semeadura da atual safra foi uma das mais rápidas registradas na série histórica mato-grossense, a consultoria AgRural antevê a colheita de um volume recorde de soja colhida no em janeiro de 2017. Dimensionando a projeção, mais de 7 milhões de toneladas poderão ser movimentados até o final do mês, é claro, se o clima permitir.

Como explica a analista da AgRural, Daniele Siqueira, a perspectiva se baseou no ritmo de plantio observado no Estado, nas variedades de sementes utilizadas pelos produtores, no histórico de colheitas anteriores e nos volumes normais de chuva em janeiro (que são tradicionalmente altos). “De posse de todas essas informações, a AgRural calcula que Mato Grosso poderá terminar o primeiro mês de 2017 com 20% a 25% de sua safra já colhida, o que resultaria em um volume de até 7,3 milhões de toneladas entrando no mercado em janeiro, um recorde. Pode ser até mais, caso chova menos que o normal e dependendo da pressa dos produtores para colocar as colheitadeiras em campo”.

No que depender de estrutura, os produtores são unânimes em dizer que capacidade operacional não falta. Há um excelente parque de máquinas nas fazendas e que o fator limitador para o avanço da colheita é e será o clima.

A analista faz questão de pontuar que plantio acelerado, entretanto, não significa necessariamente colheita rápida. “Tomando como base o plantio até o dia 20 de outubro, nos últimos dez anos houve apenas duas ocasiões em que o ritmo foi tão acelerado quanto o de 2016/17. Foi nas safras 2009/10 e 2011/12. Em janeiro de 2010 e jan. 2012, porém, Mato Grosso recebeu volumes de chuva superiores à média. Por isso, aqueles meses terminaram com apenas 16% e 7% da área do Estado colhida, respectivamente”.

OPORTUNIDADE - De todo modo, a perspectiva de um volume maior de soja da nova safra saindo das lavouras mato-grossenses no início de 2017 já tem mexido com o mercado. Além da alta na Bolsa de Chicago (CBOT) e da desvalorização do real observadas em novembro, que deram impulso aos preços brasileiros, o mercado também rodou lotes para entrega em janeiro atento à possibilidade de colheita antecipada.

Os preços de janeiro, tradicionalmente mais altos que os da boca de safra, também ajudaram. Em Sorriso (MT), por exemplo, a soja para entrega no primeiro mês de 2017 chegou a sair por R$ 70 por saca, contra R$ 67 para fevereiro. Os produtores só não comprometeram volumes maiores para entrega em janeiro por não terem certeza do volume exato que serão capazes de colher naquele mês, justamente pela incerteza climática. Mas a expectativa de boa safra e colheita rápida no maior produtor de soja do Brasil traz reflexo até nos prêmios de exportação para embarque em fevereiro no porto de Paranaguá (PR), que caíram de +75 pontos no fim de outubro para +30 pontos no fim de novembro.

A valorização da soja que estará disponível em janeiro se explica pela falta de grão disponível no mercado. Em Mato Grosso, por exemplo, da safra 2015/16, das 27,81 milhões de toneladas produzidas, 98,12% estão comercializadas, ou seja, já não estão mais nas mãos dos produtores, conforme levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), até o mês passado.

A movimentação antecipada e acentuada da nova soja será também uma boa oportunidade para o comércio exterior mato-grossense que dará o start mais cedo dos embarques da oleaginosa, abreviando a entrada de divisas na economia local.

BRASIL – Ainda conforme a AgRural, até quinta-feira (1º), 90% da área de soja do Brasil estava plantado, pouca coisa acima dos 88% do ano passado e da média de cinco anos. As únicas regiões que seguem inspirando cuidados são o sul de Mato Grosso do Sul e o norte do Paraná, onde a escassez de chuva tem levado ao abortamento de flores e à aceleração do ciclo das lavouras em algumas áreas. No Matopiba, a semana registrou menos chuva, conforme era previsto, mas havia previsões de retorno. Por isso, os produtores decidiram dar andamento ao plantio, que evoluiu bem na semana.

PRODUÇÃO - A AgRural estima a produção brasileira de soja na safra 2016/17 em 100,4 milhões de toneladas, com base em aumento anual de 0,6% na área plantada e linha de tendência de produtividade. Os números serão revisados no próximo dia 9, desta vez já usando levantamentos de produtividade por estado em substituição à linha de tendência.




Fonte: Agrolink

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