Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Cautela para recuperar as perdas

Os produtores da região Centro-Oeste do país deram início à temporada 2016/17 com bastante cautela. Com a quebra na safra passada, principalmente por culpa da falta de chuva causada pelo El Niño, muitos seguraram os investimentos em tecnologia para tentar reduzir custos e conseguir recuperar prejuízos. O diagnóstico é da Expedição Safra, projeto que faz um levantamento técnico-jornalístico da produção de grãos e, ao longo de novembro, percorreu as lavouras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

No ciclo 2015/16, o clima castigou os três estados do Centro-Oeste brasileiro. A falta de chuva, em especial na época de enchimento dos grãos, resultou na perda de áreas inteiras. “Alguns produtores nem conseguiram colher a safrinha porque não justificava tirar o milho do campo com produtividade de 10 sacas por hectare, sendo que o índice normal é de 100 sacas/hectare. Os produtores estão receosos na região toda, tentando se recuperar do tombo da safra passada”, aponta o integrante da Expedição, Antônio Senkovski.

Em Goiás, estado que mais sofreu com perdas durante a segunda safra, muitos produtores seguraram os investimentos em adubação. “Em vez de colocar 100 sacas de adubo, colocaram 80, o mínimo para ter um bom resultado. Um pouco por receio de que o cenário do ano passado se repita, mas também porque boa parte ainda precisa quitar dívidas”, destaca Senkovski. As cooperativas goianas estão tentando renegociar contratos de venda antecipada do ciclo anterior e usar a próxima safrinha como pagamento.

Em Dourados (MS), os agricultores também estão tendo que refazer as contas, pois o custo de produção cresceu entre 30% e 35% desde o último ciclo. Conforme apuração da Expedição Safra, o reajuste nos gastos se deve, principalmente, ao aumento do uso de defensivos para combater ervas daninhas. Segundo Senkovski, os produtores que não fazem rotação de cultura ou cobertura do solo durante o inverno, estão tendo que fazer três aplicações somente antes de entrar com a semente da soja.

Se na temporada passada o vilão foi o El Niño, neste ciclo o clima promete uma trégua. Com a confirmação da ocorrência de La Niña moderado, até o momento, não faltou chuva para o plantio. Em algumas regiões, o período chuvoso chegou antes do esperado, possibilitando a antecipação do calendário. Segundo Senkovski, a região de Nova Mutum e Campo Novo do Parecis (MT), e no norte do Mato Grosso do Sul, a semeadura da soja foi antecipada em até um mês. “É um recorde histórico. Nunca se plantou soja tão cedo”, ressalta o integrante da Expedição Safra. Com a antecipação, produtores e cooperativas esperam ganhar rendimento na safrinha, composta principalmente por milho, milho pipoca, semente de girassol, algodão e sorgo.




Fonte: Agrolink

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