Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Integração de pecuária, lavoura e floresta na agricultura familiar

Recuperar as áreas degradadas, ajudar na preservação ambiental e ainda garantir sombra e comida para o gado. Esses são alguns dos benefícios dos sistemas de Integração ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta). Integrar o cultivo de componentes agrícola, pecuário e florestal na mesma área tem tido resultados positivos para a agricultura familiar.

Na região de Viçosa (MG), a aplicação de algumas das modalidades do sistema tem dado bom retorno a produtores rurais. Adalton Costa, de 62 anos, é um dos que resolveram investir na técnica. Com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e da Universidade Federal de Viçosa (UFV), ele instalou o sistema agrossilvipastoril – uma das modalidades do ILPF – em sua propriedade. 

Adalton Costa conta que o sustento da família vem principalmente do leite, que é vendido, em sua maioria, para um empresário em Viçosa. Ele demonstra que está satisfeito com o novo sistema.  “Fizemos a análise de solo e corrigimos. Era uma terra muito ácida. O técnico da Emater até brincou que eu podia produzir alumínio aqui”, lembra. Hoje ele comemora a mudança e indica aos demais agricultores da região. “Eu fico olhando minha área, lembrando de como era antes. Agora é outra coisa. O ambiente lá é bom não só para os gados, para nós ficou melhor de trabalhar”.  

A Emater-MG, em parceria com a UFV, tem incentivado os pequenos agricultores a utilizarem esta forma de produção. “O foco do nosso trabalho aqui é de apresentar aos produtores sistemas de produção sustentáveis. Nós associamos os sistemas de ILPF com a técnica do plantio direto. Esse é o ponto principal quando a gente fala em sustentabilidade”, afirma o engenheiro agrônomo Rogerio Gomes, coordenador técnico da Emater de Viçosa-MG. 

Rogério Gomes explica que o plantio direto (onde se faz o semeio sem revolver o solo, sem arar e sem gradear) diminui as operações do preparo de solo, reduzindo os custos para o produtor. Ainda ressalta que com esse sistema de integração é possível melhorar a qualidade do plantio direto com a produção de palha.  A palha protege o solo para que ela perca menos água por evaporação, protege contra a erosão e fortalece a atividade biológica. 

Silvio Nolasco de Oliveira, professor da UFV, explica que há diferentes modalidades de sistemas de integração, mas que elas são semelhantes. Há a agricultura com árvores; pastagens com árvores; agricultura pastagens e árvores; e agricultura e pasto, os chamados ILPs. O pesquisador explica que incluir árvores no meio da produção contribui para um bom solo e também gera renda, pois assim se pode comercializar a madeira tirada da árvore. 

O professor acrescenta ainda que é importante buscar tecnologias que gerem retorno financeiro para os produtores. “Com esse sistema funcionando bem, o agricultor tem o uso mais eficiente do espaço produtivo, cultiva com a atividade tradicional dele, que é pecuária, e cria uma perspectiva de preservação de solo, água e renda”.  

Uma pesquisa feita pelo Kleffmann Group para a Rede de Fomento de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta mostrou que o Brasil já alcançou a meta apresentada na COP21 de 5 milhões de hectares à ILPF até 2030. Segundo o estudo, o Brasil possui 11,5 milhões de hectares no sistema. A pesquisa ainda mostrou que os pecuaristas e as pequenas e médias propriedades foram as que mais aderiram o sistema de integração no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. 

De acordo com o levantamento, um dos motivos pelo qual alguns produtores ainda não aplicaram a técnica é a falta de informação e grande parte dos que adotaram afirmaram ter conhecido os sistemas por vizinhos que fizeram a integração. Em Viçosa, já há 190 unidades demonstrativas, que servem para divulgar para outros agricultores que queiram aplicar o sistema em suas propriedades. Rogério Gomes conta que o agricultor da região que se interessar em experimentar a técnica, pode buscar orientação nos escritórios da Emater do estado.

Pronaf Eco 
Para o pequeno agricultor que possui a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), a linha Eco do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) disponibiliza recursos para serem investidos em silvicultura e recuperação do solo. Essa linha de crédito ainda abrange investimentos para a implantação, utilização ou recuperação de tecnologias de energia renovável, biocombustíveis, armazenamento hídrico e pequenos aproveitamentos hidroenergeticos. Clique aqui e saiba mais sobre o programa.




Fonte: Agrolink

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