Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Extensão Rural completa 50 anos no Amazonas e comemora resultados de tecnologias incentivadas na agricultura familiar

A Extensão Rural, responsável em levar assistência técnica, tecnologias e políticas públicas para famílias rurais que trabalham com as atividades agropecuárias, completa 50 anos no Amazonas. Na próxima sexta-feira, 2 de dezembro, o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), que em 2016, atendeu 51,3 mil beneficiários (agricultores familiares, produtores rurais, pescadores, aquicultores, indígenas, extrativistas, assentados, jovens e mulheres rurais) em todo o Estado, receberá homenagem em Sessão Especial na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM) a partir das 11h, no Plenário Ruy Araújo (avenida Mário Ipiranga Monteiro, nº 3.950, Parque Dez, zona centro-sul).

O serviço público de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), atualmente executado pelo Idam, já conseguiu levar às famílias rurais de comunidades distantes do Amazonas tecnologias como a irrigação, que, em 2015, já alcançou cerca de 264 hectares de área irrigada. Essa prática proporciona a produção de culturas como a banana em todos os períodos do ano, principalmente durante o verão. Em 2016, o Idam elaborou 43 projetos de irrigação com uma área total de 44 hectares, beneficiando agricultores familiares da região metropolitana de Manaus.

Além disso, a tecnologia da mecanização agrícola tem proporcionado o aumento da produtividade e melhores condições de trabalho às famílias do campo. Conforme dados levantados pelo Idam em 2016, a estimativa é que hoje o Amazonas conta com 66,3 mil hectares de áreas mecanizadas, onde estão sendo cultivadas frutíferas, culturas industriais, hortaliças, grãos e pastagens. E no cultivo protegido (plasticultura) a cultura do pimentão liderou o ranking com uma área de plantio estimada em 148 hectares.

De acordo com o diretor-presidente do Idam, Edimar Vizolli, o trabalho realizado pelos extensionistas em todos os municípios do Amazonas, reflete na qualidade dos alimentos produzidos pela agricultura familiar.

“Nossa missão é levar informações, habilidades e técnicas que facilitem o trabalho diário no campo. E nesses 50 anos de Extensão Rural, com apoio das Instituições parceiras temos consciência que ainda há muito a ser feito pelo setor primário amazonense, mas é possível apontar as tecnologias que vem dando certo no interior do Estado e melhorando a qualidade de vida das famílias rurais”, disse Vizolli.

Reconhecimento – Representando os profissionais que se dedicam a Extensão Rural no Amazonas, 11 extensionistas receberão certificados de honra ao mérito da Assembleia Legislativa, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido no setor primário.

Para o engenheiro agrônomo e extensionista rural do Idam em Rio Preto da Eva há 9 anos, José Maria Frade Júnior, o serviço público de Ater é a única alternativa que o produtor rural do Amazonas tem para crescer usando mecanismos ofertados, e a presença do Idam no campo é uma forma de aproximar as políticas públicas dos agricultores familiares.

“A Extensão Rural faz a diferença na vida das pessoas. Conheço produtores não só de Rio Preto da Eva, mas de outros locais do Estado que tiveram acesso aos benefícios disponíveis para o setor primário, e hoje conseguiram mudar de vida e vivem exclusivamente da produção”, disse Frade, ao ressaltar que trabalha na Extensão Rural há 33 anos, e também se tornou produtor de laranja e açaí, colocando em prática as técnicas compartilhadas diariamente com agricultores familiares.

O Idam em Rio Preto da Eva atualmente assiste 1200 agricultores familiares e atende anualmente 2 mil famílias rurais. O município é um dos principais produtores de laranja do Estado com 115 milhões de frutos/ano.

No Amazonas, o serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) iniciou oficialmente no dia 2 de dezembro de 1966, com a criação da Associação de Crédito e Assistência Rural (Acar). Logo após em 1977, o Governo do Estado criava a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Amazonas (Emater), que com 43 escritórios locais, conseguia atender praticamente todos os municípios do Estado.

Em 1993, a empresa foi transformada em Instituto de Desenvolvimento Rural do Amazonas, pelo Decreto n°.15.817, de 24 de janeiro de 1994, porém ainda foi mantido o nome de Emater. Em 18 de março de 1996, o governo do Estado, através da Lei Estadual Nº.2.384, criou o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário do Estado do Amazonas (Idam), vinculado à Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror). No ano de 2007, absorveu parte das atividades da Agência de Florestas e Negócios Sustentáveis do Amazonas (Afloram) e o nome sofreu alteração passando a ser Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas, até os dias atuais.




Fonte: Agrolink

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