Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

CNAPO quer mais avanços para a agroecologia em 2017

No último encontro do ano, realizado nesta quarta-feira (23) em Brasília, a Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (CNAPO) se comprometeu a atuar de forma a garantir mais avanços para a agroecologia e produção orgânica em 2017. Também fez um balanço dos objetivos e desafios para a continuidade da  parceria entre governos e sociedade civil para a execução de políticas e programas que possibilitem o aumento da oferta de produtos mais saudáveis à população, com menor impacto ao meio-ambiente. 

A CNAPO reuniu representantes de 15 órgãos governamentais da esfera federal, e contou, nessa edição com a visita de representantes de governos da esfera estadual que apresentaram seus avanços e desafios. Para os representantes da sociedade civil, ligados a entidades  com atuação  na temática da agroecologia e à produção de alimentos orgânicos, , foi a primeira reunião após a renovação de mandatos, segundo a periodicidade prevista nos normativos.

Apesar dos ajustes orçamentários provocados pelo atual momento econômico, representantes da sociedade e do governo entendem que o compromisso com a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) foi mantido em 2016 e que as demonstrações de cada lado apontam para mais avanços em 2017. 

O subsecretário de Agricultura Familiar da Sead, Everton Ferreira, avalia que o importante em 2016 foi reafirmar as metas e diretrizes do Planapo, bem como os resultados alcançados a partir de um trabalho técnico de consistência. Para ele, a reafirmação dos objetivos do plano por diversos órgãos e instâncias neste segundo semestre foi fundamental para a continuidade de programas que proporcionarão a devida efetividade às propostas de desenvolvimento da agroecologia e da produção orgânica nos próximos anos.

Segundo Everton Ferreira, todos os órgãos puderam debater e confirmar seus números, readequar seu planejamento nesse novo cenário e temos muito a crescer juntamente com a sociedade civil, que faz a gestão social do Plano, confirmando um conjunto de ações governamentais que serão trabalhadas em 2017. 

“O grande objetivo do governo brasileiro é construir uma produção mais sustentável e um futuro melhor que gere resultados para as pessoas. Essa é a linha de governo. E o trabalho conjunto de vários órgãos,  mostra que estamos dispostos a construir um caminho, alternativas e projetos dentro de uma agricultura mais limpa, mais saudável”, concluiu o subsecretário de Agricultura Familiar. 

Para Elson Zumbi, representante da Subcomissão Temática de Produção Orgânica - STPor, o Planapo é uma inovação que deve ser celebrada e, principalmente, direcionada a alavancar a economia dos produtores de orgânicos. “O governo é pragmático. Ele atende os interesses que a sociedade busca. E todos os cidadãos do Brasil com consciência querem alimentos orgânicos”, disse Zumbi, que destacou ainda a importância de o governo estimular a compra de tais produtos, garantindo assim o desenvolvimento do setor. 

Na mesma linha de garantia de mercado ao setor de orgânicos, o presidente da Câmara Temática de Agricultura Orgânica - STPOrg, Luiz Demattê entende que o Planapo é essencial para que a agricultura orgânica e a agroecologia se expandam para todo o país. “Nós vemos com muito bons olhos a disseminação de modelos de produção sustentável no país, uma vez que o Brasil tem papel de liderança na produção de alimentos e é capaz de alcançar maior protagonismo num ambiente mundial, seja em aspectos de mercado, seja de produção e compartilhamento de conhecimento”, ressaltou Demattê. 
   




Fonte: Agrolink

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