Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

A serviço da produção rural

Os anos 90 marcaram o início de um salto na produtividade do agronegócio, em grande parte pelo desenvolvimento tecnológico promovido por meio da pesquisa. Como a maioria dos pesquisadores está no setor público, que tem recursos escassos e burocracia para firmar convênios com o setor privado, um grupo de cerca de 100 profissionais ligados ao setor criou em 1996 a Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro), em Londrina, para dar rapidez e eficiência à relação entre ambos.
A entidade comemora 20 anos neste mês e acumula a gestão de 337 projetos, entre os quais 48 eventos relacionados a pesquisas e agronegócio. Entre as entidades que já tiveram pesquisadores contratados estão o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com convênios com empresas como Itaipu Binacional, Petrobras, Basf, Bayer e Adama para trabalhos no Brasil e no exterior.
Com a intermediação feita pela fundação, há agilidade para contratação de funcionários, compra de equipamentos e de insumos, além da revisão do projeto e de toda a gestão de recursos. Por não ter fins lucrativos, a entidade fica com um percentual variável, de no máximo 10% do valor financiado, para pagar os quatro funcionários fixos e despesas administrativas. Tudo, porém, é fiscalizado anualmente pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), em caso de uso de dinheiro público.
Com estudos sobre as mais diversas culturas e atuação em todo o Brasil e no exterior, destacam-se os de conservação do solo, desenvolvimento da fruticultura, avaliação sobre o impacto climático de grandes hidrelétricas na produção de soja nos arredores, além de análises sobre a qualidade de sementes, fertilizantes ou agrotóxicos, entre outros. "A avaliação sobre o impacto da Itaipu no microclima da região tem impacto internacional, porque mostrou que o lago formado não interfere na produção de soja, algo que interessa a outros países com hidrelétricas do tipo", conta o presidente da Fapeagro, Antonio Carlos Rodrigues da Silva, que também cita outro, de citricultura, com pesquisas dentro dos Estados Unidos.

Meio de campo
Silva afirma que a fundação foi importante pela dificuldade na contratação de pesquisadores pela iniciativa privada, porque as exigências legais são extensas e chegavam a atrasar em um ano o início do trabalho. "Também há o problema de o financiamento ser direcionado para o caixa geral do órgão público, sem ser vinculado diretamente a um projeto, o que prejudica a gestão financeira do processo", diz.
Primeiro diretor administrativo, um dos fundadores da Fapeagro e engenheiro agrônomo aposentado do Iapar, Paulo Sendin lembra que os anos 90 foram de grande evolução para o agronegócio. "Estava começando esse ciclo de desenvolvimento e havia a discussão da lei de proteção dos cultivares, que garantia a propriedade intelectual sobre o registro de novas plantas, então era preciso facilitar a relação com a pesquisa."
Sendin lembra que foram cerca de 50 projetos nos três primeiros anos de Fapeagro e destaca a avaliação de cultivares híbridas de milho como exemplo da importância para o setor. "Muita pesquisa não teria sido feita se não fosse a Fapeagro", conta.




Fonte: Agrolink

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