Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Fortalecimento do extrativismo é debatido em Brasília

O início de novembro marca um grande avanço para o fortalecimento das comunidades tradicionais e ribeirinhas. Governo federal e sociedade civil estão reunidos, em Brasília, entre terça e quarta-feira (8 e 9/11), para debater a relevância do extrativismo para a conservação ambiental e definir novas estratégias e ações para o período 2017-2019.

Trata-se da oficina de planejamento do Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas (Planafe). No primeiro dia, foram discutidos os problemas existentes e as demandas da sociedade civil. De acordo com o gerente de Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pedro Lion, existem problemas recorrentes, como, por exemplo, a inclusão dos povos e comunidades tradicionais e a assistência técnica adaptada. Já na quarta-feira, a programação terá foco em discutir e encontrar, em conjunto, as ações para solucionar as dificuldades. Na quinta-feira (10/11), será apresentado o resultado da oficina à Comissão Intersetorial do Planafe.

Após a oficina e a aprovação pela Comissão, o próximo passo será realizar a entrega do plano atualizado ao ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Em seguida, a agenda deve ser conduzida junto ao centro de governo para que o Plano seja lançado no início de 2017. 

O encontro recebe representantes das comunidades tradicionais e ribeirinhas de todos os biomas, que participam ativamente da construção das propostas e debates. “Queremos escutar a sociedade civil, saber quais são as suas demandas e planejar as ações para os próximos anos”, afirma a secretária de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, Juliana Simões.

Além do Ministério do Meio Ambiente (MMA), do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), integram a Comissão Intersetorial o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD), o Ministério da Educação (MEC), o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério de Minas e Energia (MME), além da sociedade civil. 

Sobre o plano

O Plano Nacional de Fortalecimento das Comunidades Extrativistas e Ribeirinhas representa um espaço efetivo de construção de diálogo entre o governo federal e a sociedade civil para articulação e implementação de políticas públicas específicas para as comunidades no âmbito do governo federal. “O Planafe tem a virtude de alcançar esse público. Ele assiste a comunidade tradicional e ribeirinha, que tem papel fundamental de conservação da natureza. É uma via de mão dupla, o governo leva a política e eles cumprem o papel socioambiental valorizando a cultura e conservando o meio ambiente”, explica o gerente do Departamento de Extrativismo, Pedro Lion.  

O Planafe vem sendo considerado como o embrião da futura política de fortalecimento das comunidades extrativistas no Brasil. Entre seus maiores desafios estão a universalização da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) nos territórios extrativistas, adequação das políticas de comercialização, reconhecer o papel dos extrativistas na manutenção das florestas, e realizar esforços para implementação de políticas adaptadas de saúde, educação, infraestrutura, produção sustentável e gestão ambiental e territorial para e as comunidades ribeirinhas e extrativistas no Brasil.




Fonte: Agrolink

Mais notícias

Agrolink
04 de maio de 2021 Fêmea Nelore É Animal Mais Valorizado do Ano
Leia mais
Agrolink
20 de julho de 2020 Mercado de Sementes Vai Mudar e Se Consolidar
Leia mais
Agrolink
11 de maio de 2020 Como Preservar A Qualidade e Reduzir Perdas Na Armazenagem?
Leia mais
Agrolink
23 de fevereiro de 2017 Mirassol se prepara para o 3º Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária
Leia mais

Fale conosco

Entre em contato com a Arrozeira Banhado. Utilize o Fale Conosco do Site para esclarecer suas dúvidas, enviar sugestões, elogios e solicitar informações sobre produtos e serviços. Este é o seu canal on-line para um atendimento rápido e fácil.

O site da Arrozeira Banhado é o seu mais novo canal de notícias e informações. Se preferir, além do formulário, utilize os canais de contato alternativo listados abaixo.