Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Dilema do silo

O agricultor paranaense está entre os líderes de produtividade nas principais culturas, mas, quando se trata de comercializar commodities, ainda tem muito a melhorar. Principalmente para grãos, a falta de infraestrutura no País dificulta a armazenagem e a negociação por melhores preços para as cargas ou de frete. Cenário que poderia ser resolvido pelo próprio produtor rural com a implantação de silos, mas que divide opiniões de especialistas pela relação entre custo e benefício.
Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de agosto de 2015 aponta que o País tem capacidade de armazenar 155,1 milhões de toneladas. A defasagem é de 53,7 milhões de toneladas em relação à previsão de produção da época, o equivalente a 25,7% do total. Somente 2,3 milhões de toneladas, ou 1,1%, estão em silos públicos, que foram construídos pela Companhia Brasileira de Armazenamento, extinta em 1990.
O Programa de Ampliação e Construção de Silos e Armazéns (PCA), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), é hoje a melhor opção para o agricultor financiar um silo. A taxa é de 8,5% de juros ao ano, com até 15 anos de prazo para financiamento, carência de até 36 meses e limite de recursos de R$ 20 milhões para obras e equipamentos. Porém, são necessárias muitos cálculos e simulações antes de decidir investir.
O gerente da Plataforma de Grandes Empresas da Caixa Econômica Federal (CEF), Luiz Gastão Pinto Júnior, afirma que, para uma propriedade de 500 hectares, será preciso estrutura para beneficiar em torno de 50 mil sacas, o que demandaria um investimento de R$ 4 milhões. Em outra simulação, os gastos com a estrutura completa para o dobro em área sairia por R$ 6,5 milhões. "O investimento pode parecer caro, mas a vida útil de um silo é de 40 anos e é preciso diluir o valor em todo esse período", diz.
Pinto Júnior cita que grandes agricultores, acima de 5 mil hectares, demonstraram maior interesse pelo PCA, porque a produtividade já começa a ter crescimentos menores. "Mesmo os menores, de mil hectares, tem de ver o investimento como necessário porque é única forma de aumentar o rendimento dele."
Economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Tânia Moreira concorda com a necessidade do produtor de investir em silos, mas discorda sobre o momento escolhido para tanto. "Quando essa linha foi lançada, na safra 2013/2014, os juros eram de 3,5% ao ano e hoje são de 8,5%. Ao longo de 15 anos, não se paga", diz.
Tânia diz que a Faep já solicitou incentivos maiores no PCA em outros momentos, para atender às necessidades do produtor e do mercado, mas não foi atendida. Por isso, pede atenção a quem deseja investir. "É preciso uma análise individual, de cada caso, do que se produz, da região onde se está", diz.

Chance de lucrar
O investimento em silos exige, também, maior profissionalização dos agricultores em relação ao manejo dos grãos, a estratégias de comercialização, ao entendimento sobre câmbio e a mecanismos de seguro. "Isso passa por entender os mecanismos de proteção do mercado, para que se possa ganhar mais dinheiro que, às vezes, acaba ficando com esse ou aquele parceiro", diz o gerente da Caixa.
Para a economista da Faep, são inegáveis as vantagens de ter maior liberdade para escolher o momento de vender, para obter preços maiores para o produto e menores para o frete. Por outro lado, o professor de economia rural Eugenio Stefanelo, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), diz que a manutenção é cara e deve ser bem pensada. "A armazenagem, para ser lucrativa, tem de ter todos os serviços adicionais, como limpeza, secagem, funcionários e tempo de estocagem. Para a maioria dos pequenos e médios produtores, pode ser antieconômico ter um silo", diz Stefanelo. "Para pequenos e médios, o ideal é a armazenagem coletiva", completa.




Fonte: Agrolink

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