Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Sustentabilidade, produtividade e, agora, publicidade

Depois de um enorme salto em produtividade nas últimas três décadas, a pesquisa agropecuária começa a buscar formas de continuar a garantir o abastecimento de alimentos na mesma proporção em que a população cresce. Algumas culturas começam a apresentar estagnação no ganho de produção em um momento em que os pesquisadores precisam também focar a sustentabilidade, para garantir a qualidade do solo e do ambiente para as próximas gerações. Porém, a pesquisa "Alimentos Transgênicos", encomendada pelo Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), deixou a lição de que é preciso comunicar melhor todas essas ações para a sociedade.

O gestor de inovação no Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Marcos Valentin Martins, afirma que toda produção de alimentos resulta em algum tipo de mudança no ecossistema, mas que é preciso reduzir ao máximo esses efeitos, de forma a garantir a sobrevivência humana e do próprio ambiente. "Entramos em uma fase de pequenos aumentos na produção e o abastecimento alimentar ainda é um desafio, porque não podemos destruir o ambiente de forma que se torne algo irreversível", diz.

Para Martins, outras metas são diminuir a penosidade do trabalho e lidar com a redução de mão de obra no campo. "Um produtor de mandioca que tira 2 toneladas do solo 'no braço' terá de deixar de trabalhar aos 30 anos, porque a coluna estará arrebentada", exemplifica.

A diretora-executiva do CIB, Adriana Brondani, segue a mesma linha de pensamento da produtividade e da sustentabilidade. "Considerando o crescimento populacional e o papel mundial que o Brasil tem na produção de alimentos, é preciso incorporar cada vez mais ciência nas ferramentas que temos para trabalhar a agricultura."

Ela acrescenta que é preciso enfrentar as mudanças climáticas, principalmente com a pesquisa de genes. "Precisamos de plantas que sejam adaptadas a condições ambientais desfavoráveis, como ambientes muito secos, para que possamos cultivar em áreas que não podemos usar hoje, e quem poderá nos ajudar nisso será a ciência."

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Adriana considera que tudo precisa ser feito sem que se esqueça da comunicação, principalmente com o meio urbano, cada vez mais distante do rural. "Talvez estejamos nos comunicando de forma muito voltada para quem é produtor ou está na cadeia agrícola, e não para a sociedade. Temos de mostrar para a sociedade o que é a agricultura e a mídia tem grande importância nisso."

Martins concorda e vê hoje o aumento do número de pessoas que não pensa no caminho do alimento até a embalagem na gôndola do supermercado. "É diferente da geração dos nossos pais e, se não ensinar para a criança o que é a produção de leite, ela vai pensar que vem do pacotinho."

O gestor em inovação afirma que o Iapar já faz hoje um trabalho de propagação da ciência, ao receber alunos de escolas na sede do órgão. "Isso não tem a ver apenas com a invisibilidade da ciência, mas também com a invisibilidade do meio rural para o meio urbano", completa.

PECUÁRIA
A pesquisa não abordou o conhecimento do público acerca da pecuária, mas os analistas lembram que o segmento também tem muita pesquisa científica por trás. "Se pegarmos a produção de frango, há 30 anos levava mais do que o dobro do tempo para chegar no peso que é abatido hoje e consumia muito mais ração", diz o pesquisador da Embrapa Soja Alexandre Cattelan. "Quando falamos que o País é o primeiro exportador de frango do mundo, as pessoas ficam impressionadas e têm dificuldade de fazer associação direta com a questão agrícola, então, realmente, há muito a ser trabalhado em termos de informação", completa Adriana.




Fonte: Agrolink

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