Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

MT e mais 13 estados preparam etapa

A cadeia pecuária mato-grossense começa a se mobilizar para mais uma etapa da campanha de vacinal contra a febre aftosa nos rebanhos bovinos e bubalinos. A etapa de novembro, que vai de 1º a 30, é a mais importante porque deverá imunizar animais de todas as idades, de mamando a caducando. Mato Grosso e mais 13 estados realizarão em novembro a segunda fase da campanha e a expectativa, conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é de que 150 milhões de cabeças recebam a vacina, sendo mais de 29 milhões delas somente no Estado, onde está concentrado o maior rebanho bovino do país.

Nos estados do AC, AL, AM, CE, ES, MA, MT, PA, PB, PR, PE, PI, RN e SP, todo o rebanho bovino e bubalino (búfalos) deverá ser imunizado com a segunda dose, já na BA, GO, MS (exceto no Pantanal), MG, RJ, RS, SE e TO, além do Distrito Federal, a etapa de novembro é obrigatória apenas para os animais com até 24 meses de idade.

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea/MT) lembra que na etapa de novembro do ano passado, que fecha o calendário vacinal no Estado, 99,59% das 29,25 milhões de cabeças foram vacinadas. Durante o período, o Órgão aproveita para atualizar o censo bovino estadual que assim que concluído aponta a direção da expansão da atividade em Mato Grosso. O último registro da doença foi em janeiro de 1996, em Terra Nova do Norte. O Estado possui o status de ‘Livre com Vacinação’ e é o segundo maior exportador de cortes bovinos para o mercado externo.

ORIENTAÇÕES - Conforme técnicos do Mapa, o criador deve estar atento aos aspectos práticos da imunização. O pecuarista precisa, por exemplo, pegar a nota fiscal da vacina com o fornecedor do produto e apresentá-la ao serviço veterinário oficial do município junto com a relação dos animais imunizados para declarar a vacinação. Além disso, ele deve ter cuidado com o transporte e armazenamento da vacina, procurando mantê-la sempre na temperatura de 2º a 8ºC para não perder a eficácia.

Outros cuidados são com a aplicação da dose correta do produto (5 ml) na lateral do pescoço do animal, usando seringas e agulhas limpas e não danificadas ou tortas. O produtor deve ficar atento aos prazos da vacinação e sua declaração no serviço veterinário oficial, porque o descumprimento impedirá a emissão de Guia de Trânsito Animal e pode gerar multas.

2017 – A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) informou no começo do mês de agosto que o calendário de vacinação contra a febre aftosa será invertido a partir de 2017. A imunização de mamando a caducando tanto de bovinos quanto de bubalinos passará a ser realizada em maio, enquanto a campanha de vacinação em animais de 0 a 24 meses passará a ser em novembro. Como justificou a entidade, a inversão era uma demanda dos pecuaristas desde 2012, pois o maior índice pluviométrico no último trimestre do ano, atinge em cheio a etapa de novembro e compromete o manejo sanitário da fazenda, especialmente as localizados no chamado Baixo Pantanal. Maio é um mês ‘mais seco’ no Estado e isso irá facilitar a cobertura vacinal.
 




Fonte: Agrolink

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