Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Clima foi o grande causador das perdas nas lavouras de grãos da safra 2015/2016, aponta pesquisador do Cepea

Osaki apresentou os resultados levantados durante os painéis de cereais, fibras e oleaginosas

O clima foi o grande vilão da safra 2015/2016 na produção de milho, soja, trigo e arroz, afirmou nesta quarta-feira (26) o pesquisador Mauro Osaki, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo, durante o 2º Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). 

Osaki apresentou os resultados levantados durante os painéis de cereais, fibras e oleaginosas realizados em 30 municípios de 12 estados, além do estudo Agri Benchmark Grãos, que comparou os custos de produção do Brasil com países como Estados Unidos e Argentina. De acordo com o pesquisador, o fenômeno El Niño foi o principal causador das perdas nas lavouras brasileiras, com secas na região do Matopiba, formada pelos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia, e excesso de chuvas na região Sul do País. 

“Os produtores estão enfrentando um ano preocupante, com perdas significativas na produção. Com isso, estão renegociando com fornecedores devido à falta de recursos. Na tríade MST (milho, soja e trigo), a maioria dos estados está tendo prejuízo nesta safra. Os preços só estão atrativos para quem não está no setor.” Para o pesquisador, diante desse cenário, são necessárias ações que ajudem o produtor afetado pelas intempéries climáticas. “A perda de 60, 70% da safra por quebra e falta de água já coloca um alerta direto para nós da necessidade de um projeto que traga conforto e sustentabilidade aos produtores dessas regiões.”

Ao apresentar o estudo Agri Benchmark, Mauro Osaki questionou se o Brasil é competitivo e destacou que aqui os investimentos com insumos e defensivos agrícolas são maiores por causa de pragas como a Helicoverpa Armigera e a Mosca Branca. “É impossível hoje ter produção de alimentos sem fazer proteção de plantas, principalmente por se tratar de um país tropical. É um mal necessário.” O pesquisador apontou ainda os custos para manter a estrutura de uma propriedade rural no Brasil e fez um comparativo com outros países. Segundo ele, nos Estados Unidos as propriedades são geridas principalmente pela mão de obra familiar. “Nossa mão de obra já foi barata. Hoje ainda nos damos ao luxo de ter uma estrutura gorda com gerente de fazenda, etc, mas isso precisa ser revisto porque nossa mão-de-obra é pouco eficiente.”

Questionado sobre como o produtor brasileiro pode enfrentar as mudanças climáticas sem grandes perdas, Mauro Osaki afirmou que a safra 2015/2016 fica como aprendizado. “Precisamos proteger a renda do produtor rural. Enquanto essa ferramenta não vem, temos que trabalhar fazendo a lição de casa. Dentro do nosso processo produtivo há setores em que podemos ganhar produtividade não apenas em termos de sacas de soja, mas aumentando a produtividade do trabalhador rural, a eficiência da máquina e reduzindo excessos para conseguir maximizar a produção e ganhar por metro quadrado. Infelizmente precisamos ganhar eficiência por conta da valorização da terra e da mão de obra. Nós ganhamos no campo, mas ainda não conseguimos mexer nesses fatores. É um exercício que temos que começar a fazer.”




Fonte: Agrolink

Mais notícias

Agrolink
04 de maio de 2021 Fêmea Nelore É Animal Mais Valorizado do Ano
Leia mais
Agrolink
20 de julho de 2020 Mercado de Sementes Vai Mudar e Se Consolidar
Leia mais
Agrolink
11 de maio de 2020 Como Preservar A Qualidade e Reduzir Perdas Na Armazenagem?
Leia mais
Agrolink
23 de fevereiro de 2017 Mirassol se prepara para o 3º Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária
Leia mais

Fale conosco

Entre em contato com a Arrozeira Banhado. Utilize o Fale Conosco do Site para esclarecer suas dúvidas, enviar sugestões, elogios e solicitar informações sobre produtos e serviços. Este é o seu canal on-line para um atendimento rápido e fácil.

O site da Arrozeira Banhado é o seu mais novo canal de notícias e informações. Se preferir, além do formulário, utilize os canais de contato alternativo listados abaixo.