Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

CE: Produção de hortaliças tem queda por causa da seca

A estiagem que assola o sertão cearense desde 2012 afetou os produtores de hortaliças. Nesta época do ano, os poços secaram ou estão com nível de água muito baixo. A dificuldade para a irrigação dos canteiros de verdura faz com que a maioria desista do cultivo de pimentão, coentro e cebolinha. A queda na produção já traz reflexo na feira livre desta cidade.

Há pelo menos quatro meses que não chove no sertão cearense. Os reservatórios (açudes, lagoas e poços) secaram ou estão com pouca água. "A produção ficou inviável porque não há água sequer no Rio Trussu. Só vou colher esse restante e não vou mais plantar", disse o produtor de hortaliças Francisco Ribeiro, da localidade de Barreiras, zona rural de Iguatu.

Ao lado da mulher, Ribeiro mostra tristeza com parte do cultivo de hortaliças perdido por falta de água. "O poço secou e não tem água no rio", reafirmou. Apesar da liberação de água do Açude Trussu, por meio da válvula dispersora, o recurso não chega à comunidade. Esbarra em barreiros feitos no leito por agricultores", reclama o horticultor.

Fiscalização

A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) há mais de dois meses disse que iria fiscalizar a passagem de água que deveria ser livre ao longo do leito do Rio Trussu, mas os produtores rurais e moradores de comunidades às margens do rio reclamam da escassez de água.

O agrônomo Antonio Pereira, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), confirmou que, nesse período, após cinco anos seguidos de chuvas abaixo da média, ocorre significativa perda das reservas hídricas, afetando seriamente as atividades agropecuárias. "O quadro é grave com enormes dificuldades para os criadores e produtores rurais. A cada semana, a cada mês, a situação vem piorando", frisou.

Pereira disse que os produtores de hortaliças são afetados por falta de água. "É uma situação que ocorre em todos os municípios. Dezenas de horticultores deixaram de produzir por causa da seca. Nos canteiros, as verduras estão morrendo", disse.

Francisco vendia a produção na própria comunidade em que mora e o excedente para um vendedor que revendia as hortaliças em localidades vizinhas. Em média, obtinha uma renda de R$ 500 por mês, além da aposentadoria rural. "Não temos o que fazer, senão esperar pelas chuvas no próximo ano", afirmou.

Na localidade de Gadelha, zona rural de Iguatu, o pequeno produtor rural Luís Neudo Silva também abandou o canteiro de cheiro-verde e pimentão, em meados de agosto passado. "Está tudo seco e não tinha como fazer novo cultivo. Outros verdureiros também deixaram de produzir aqui na região", contou.

Comércio

No Centro de Abastecimento em Iguatu, os vendedores de verduras se queixam da queda na oferta das folhagens e pimentão. "Caiu cerca de 30%", disse o feirante José Lima. A vendedora de frutas e verduras Maria do Nascimento contou que teve que procurar outros fornecedores. "Eu comprava de uns produtores de Acopiara, mas por lá as hortaliças estão se acabando", disse.




Fonte: Agrolink

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