Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Conversão de pasto em área de agricultura avança em Mato Grosso e traz ganhos de produtividade

30% dos pecuaristas entrevistados realizam a integração entre a pecuária e a agricultura nos últimos cinco anos

É visível a cada dia o crescimento da conversão de áreas de pastagem em áreas agricultáveis, idealizando assim na propriedade rural a chamada integração Lavoura-Pecuária. Em Mato Grosso, segundo o Panorama da Pecuária 2016, 30% dos pecuaristas entrevistados realizam a integração entre a pecuária e a agricultura nos últimos cinco anos. A principal motivação é a reforma de pastagem e uma melhora na rentabilidade.

O Panorama da Pecuária de Mato Grosso 2016 entrevistou 2.481 pecuaristas durante o Acrimat em Ação, através de uma parceria entre a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). 

O levantamento mostra que houve um forte avanço da agricultura sobre as áreas de pastagens no Mato Grosso. Dos entrevistados, 30% responderam ter realizado conversão de pastagem para agricultura nos últimos anos. Destes, segundo o diagnóstico, cerca de 80% converteram menos de 50% de sua pastagem em agricultura.

"Intensificar significa aplicar qualquer técnica que melhore no desempenho e na sua rentabilidade. A agricultura tem se apresentado como uma opção muito grande na melhora no desenvolvimento na utilização dos recursos disponíveis na propriedade", pontua o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), José João Bernardes.

O que chama a atenção nessa integração entre a pecuária e a agricultura é o fato de 62,10% dos pecuaristas utilizarem a agricultura para reformar suas pastagens, o que demonstra clara preocupação do pecuarista em restaurar a capacidade produtiva dos seus pastos, sem abandonar a bovinocultura de corte. Já a melhora na rentabilidade foi lembrada por 21,33% dos entrevistados, visto ao fato que a pecuária vinha sofrendo com baixa remuneração e desestimulo até 2015.

"A pecuária não está perdendo espaço para a agricultura", garante o superintendente da Acrimat, Francisco Manzi. Conforme o superintendente, tal fato vem proporcionando ao pecuarista uma nova visão e, principalmente proporcionando a ele uma melhor gestão e planejamento de sua propriedade.

"Algumas propriedades vêm cedendo espaço para a agricultura, mas isso vem dando uma nova visão para o produtor para ele não colocar os ovos todos na mesma cesta. A pecuária tem mostrado que ela ajuda a intensificar a agricultura, também. Então, nos acreditamos nesse ganha a ganha. É possível produzirmos cada vez mais em uma área menor e o produtor tem várias opções de investimento", observa Manzi.

De acordo com os pecuaristas que revelaram ter cedido área de pastagem para a agricultura e assim realizar a integração entre as duas atividades, 49,5% pontuaram ter sentido melhora na produtividade e 41,32% aumento na produção.

Quanto ao estudo realizado durante o Acrimat em Ação 2016, o presidente da Acrimat, José João Bernardes, afirma que “Para o Estado que é líder na produção de grãos e na produção pecuária é fundamental que nós possamos acompanhar o que estão pensando os nossos pecuaristas, especialmente em um momento de transição que nós estamos reconhecendo que é a utilização de novas técnicas, mudança no conceito da propriedade como unidade de produção e conservação”.




Fonte: Agrolink

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