Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Produção que vem da floresta

O Amazonas é o maior estado brasileiro em território, onde está uma das maiores florestas do mundo, incomparavelmente rica em biodiversidade, a Floresta Amazônica. Por esse motivo, a extração vegetal é uma das principais fontes de renda dos agricultores familiares amazonenses. É de lá que vem, por exemplo, parte do açaí, da borracha e castanhas consumidas no país, por meio do extrativismo.

Marcelo Leão Ferreira, de 42 anos, é um desses extrativistas que tem a floresta como apoio para o sustento de sua família. Há 10 anos, por iniciativa de sua mãe, eles criaram a Associação de Moradores Agroextrativistas da Comunidade de Bom Suspiro (Apacobs), no município de Manicoré no Amazonas. “Começamos com sete seringueiros e hoje estamos com 120 membros”, afirma.

A associação trabalha com a extração de látex e do açaí nativo. “O extrativismo é voltado para questão humana, para melhoria de vida da população do nosso meio. No extrativismo vegetal, a gente recolhe da natureza o que a própria natureza oferece. Por exemplo, nós coletamos o açaí nativo, se nós não coletássemos, esse açaí estragaria na selva. Nós não desmatamos nada, só coletamos. Isso é de grande valia para o meio ambiente porque nós não derrubamos nenhuma árvore para fazer o nosso trabalho”, explica Ferreira.

O município de Manicoré está a quase 400 quilômetros da capital, Manaus. É uma região de difícil acesso, somente por vias aérea e fluvial, pois não tem rodovias. Nele, cinco associações dependem do extrativismo vegetal e do ambiente de floresta para o sustento dos seus beneficiários.

Ater

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do estado do Amazonas (Idam) oferece serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para os produtores rurais e suas organizações, associações e cooperativas no estado.

Segundo o diretor técnico de Ater do Idam, Airton José Schneider, o instituto atua em 2.211 comunidades e atende 95 mil famílias. “O órgão é responsável por levar as políticas públicas do estado para essas pessoas, e tem ações voltadas para a conservação do meio ambiente, o desenvolvimento rural sustentável, o combate à fome e pobreza, a diversificação de unidades produtivas, geração de renda, entre outros”, afirma.

Schneider ressalta, ainda, que a maior parte de área de floresta está intacta e que é preciso explorar os produtos de forma sustentável. A castanha-do-brasil, a borracha, os óleos vegetais e cipós, dentre outras atividades são importantes para a geração de renda e melhoria da qualidade de vida dos beneficiários. “O Idam trabalha com os agricultores priorizando o aperfeiçoamento das atividades já exercidas por eles, por meio de visitas, reuniões, demonstração de métodos, intercambio e palestras. Com o objetivo de viabilizar a inserção dessas famílias em um processo produtivo e no mercado”, conclui.

Saiba mais

Segundo a Lei 11.326/06 que estabelece o público da agricultura familiar é considerado agricultura familiar e empreendedor familiar rural aquele que pratica atividades no meio rural, como também silvicultores, aquicultores, pescadores, povos indígenas, integrantes de comunidades remanescentes de quilombos rurais e demais povos e comunidades tradicionais e os extrativistas.

De acordo com o último censo, 93% das unidades produtivas no Amazonas são da agricultura familiar, que é responsável pela maior parte da produção de feijão, mandioca, milho e café.




Fonte: Agrolink

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