Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Game de gestão oferece capacitação a produtores

Além do aumento da produtividade, a sucessão rural e a gestão da propriedade são temas norteadores das discussões sobre o agronegócio no Brasil. Pensando, principalmente, nos dois últimos tópicos, o Instituto de Educação no Agronegócio (I-UMA), entidade com sede em Porto Alegre, lança, em dezembro, o Agroeduc. O programa de ensino a distância foi desenvolvido ao longo dos últimos três anos com o objetivo de capacitar produtores rurais utilizando um game de gestão considerado inédito no País. Em um primeiro momento, o foco será na formação de jovens da cadeia do leite.

O curso completo leva dois anos para ser concluído e, durante este período, o produtor precisa tomar decisões estratégicas para o desenvolvimento da sua propriedade virtual trimestralmente. Mas tudo isso baseado em informações reais de mercado, simuladas por diversas ferramentas do programa, como o Jornal do Agronegócio. Tutores ficam disponíveis para aconselhar os participantes no momento de aumentar a produção, contratar profissionais, comprar maquinário, entre outros momentos decisivos. A meta do I-UMA, que investiu R$ 5 milhões no projeto, é atingir 200 mil alunos nos próximos três anos.

"Dentro do programa há uma questão fundamental: encarar as tratativas da sucessão familiar. A ideia é criar condições para aumentar a renda familiar e desenvolver o espírito empreendedor nos jovens por meio do instrumento da gameficação", explica o presidente do I-UMA, José Américo da Silva. Após a parte teórica, cada game envolve 10 produtores, em uma metodologia que promove o envolvimento com finanças, comercialização, recursos humanos, tributação, crédito, custos de produção, entre outros fatores. "Essas ferramentas vão estimular sua capacidade de gerir um negócio", completa Silva.

A cadeia leiteira foi escolhida para representar a primeira versão do Agroeduc por sua abrangência junto à agricultura familiar. Além disso, de acordo com Silva, trata-se de um setor com demanda por qualificação e com mercado interno e externo em expansão. "O leite tem um aspecto social importante, com mais de 1,3 milhão de estabelecimentos produtores no Brasil", destaca o presidente do I-UMA. A ampliação chega no segundo semestre do próximo ano, quando a iniciativa será adaptada às cadeias produtivas de grãos, carne e hortifrutigranjeiros.

Uma das primeiras entidades a adquirir o programa de ensino a distância foi a Emater, que pretende replicá-lo junto aos extensionistas. A novidade ainda deve ser levada a cooperativas, sindicatos, associações e federações de produtores, empresas privadas, assim como órgãos do governo federal, entre outras entidades, e contratações individuais. Na falta de equipamentos - computador, tablet ou celular com acesso à internet -, o produtor poderá contar com a infraestrutura da entidade contratante a que está associado. "Grandes multinacionais do setor, por exemplo, já estão pensando no Agroeduc como ferramenta de relacionamento com o produtor", completa a diretora do I-UMA, Jussara Costa da Rosa.




Fonte: Agrolink

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