Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

9ª edição do maior evento de pecuária intensiva do País reuniu elos da cadeia produtiva

Em três dias, a 9ª Interconf reuniu mais de 1.100? participantes

A 9ª Interconf – Conferência Internacional de Pecuaristas, realizada em Goiânia (GO), também abriu espaço para casos de sucesso envolvendo a cadeia da produção ao desejo do consumidor, apresentando suas exigências e necessidades em termos de carne bovina (preço, qualidade e disponibilidade), além de entender a dinâmica do mercado mundial de carne.

Em três dias, a 9ª Interconf reuniu mais de 1.100? participantes – pecuaristas, empresários, indústrias, técnicos, consultores, estudantes e representantes de todos os elos da cadeia produtiva da carne bovina, vindos de todas as regiões do Brasil e também de uma dezena de países. Além disso, mais de 400 produtores e técnicos participaram do Encontro da Pecuária Eficiente, evento Pré-Interconf, que teve como tema a fase de cria.

Para Márcio Caparroz, diretor institucional da Assocon, o grande mérito da Interconf foi discutir temas relevantes, incluindo a visão do consumidor, da indústria e do varejo, perspectivas de melhoria da produção e conquista de novos mercados, além de painéis de gestão, aumentando a interação com o público. “Valorizamos a troca de informações e criamos condições para que as empresas pudessem se relacionar com os participantes. Todos gostaram dessa dinâmica. O último dia, apresentando estudos de casos de sucesso também foi positivo, pois deu espaço para projetos que mostram conquistas importantes”, destaca Caparroz.

“A união dos vários elos da cadeia da pecuária de corte é o caminho para a atividade avançar em produtividade, eficiência e gestão, se fortalecendo no mercado interno e ampliando sua presença no cenário internacional”, ressalta Alberto Pessina, empossado como o novo presidente do Conselho de Administração da Assocon (Associação Nacional de Pecuária Intensiva).

Programação diversificada 

Um dos destaques da 9ª Interconf foi a apresentação da professora doutora Marcia Dutra de Barcellos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Os consumidores evoluíram muito nos últimos anos graças, especialmente, ao acesso à internet, ao fluxo contínuo de informações digitais e à maior conectividade entre as pessoas. As exigências por qualidade são cada vez maiores e a cadeia da carne precisa estar preparada para isso. Já temos no país sistemas inteligentes de monitoramento da produção e identificação dos animais e a tendência é que isso chegue às gôndolas”, reforçou Marcia Barcellos.

Alcides Torres, diretor da Scot Consultoria, abordou as oportunidades de venda de carne para diversos mercados. “O Brasil produz ao redor de 9,5 milhões de toneladas de carne bovina por ano, sendo 3,7 milhões de toneladas de cortes dianteiros; 4,6 milhões de toneladas de cortes traseiros e 1,23 milhão de tonelada de ponta de agulha. A questão é: como comercializar esses volumes da melhor maneira possível com rentabilidade e diversificação”.

A economista Zeina Latif, da XP Investimentos, fez palestra sobre o cenário econômico. Ela afirmou que “o mercado doméstico é que vai nos salvar”. Para Zeina, a situação econômica brasileira é tão grave que não dá para depender do crescimento das exportações para a retomada. “Estamos falando de um mercado de mais de 200 milhões de consumidores. Porém, não se pode esquecer que são mais de 12 milhões de desempregados nesse momento. A recuperação da confiança dos brasileiros é o primeiro passo efetivo para uma onda positiva na economia”, entende a especialista.

Outro destaque da 9ª Interconf foi o painel que tratou da estratégia da Austrália e o que o país tem a ensinar à cadeia da carne bovina brasileira, apresentado por Matthew George, diretor Bovine Dinamics Consulting. A Austrália é o terceiro maior exportador mundial de carne bovina, atrás do Brasil (líder) e dos Estados Unidos. Além dessa importante presença no comércio internacional, aquele país tem sua imagem associada à carne de qualidade. Internamente, faz um excelente trabalho de congregação dos pecuaristas, indústria e varejo. “Acho que nosso maior mérito é entender as expectativas dos nossos clientes e nos estruturar internamente para fornecer os produtores que os importadores desejam”.

Fortalecimento da carne brasileira

Fernando Saltão, CEO da Associação Nacional dos Pecuaristas (Assocon), fechou a 9ª Interconf com um balanço das atividades da entidade, cujo foco é a valorização da carne brasileira tanto no mercado interno quando no comércio internacional. Uma das lutas da Assocon é a abertura de mercado. O desafio da vez é fazer o Brasil participar da Cota 481, da União Europeia.

“Aguardamos para as próximas semanas resposta da UE ao nosso pleito. A Cota 481 é uma excepcional oportunidade para a carne brasileira, já que possibilita a exportação de praticamente todos os cortes e partes do boi sem taxação. A título de comparação, a Cota Hilton exige pagamento de 20% de taxa para entrada na Europa”, explica o CEO da Assocon.

?




Fonte: Agrolink

Mais notícias

Agrolink
04 de maio de 2021 Fêmea Nelore É Animal Mais Valorizado do Ano
Leia mais
Agrolink
20 de julho de 2020 Mercado de Sementes Vai Mudar e Se Consolidar
Leia mais
Agrolink
11 de maio de 2020 Como Preservar A Qualidade e Reduzir Perdas Na Armazenagem?
Leia mais
Agrolink
23 de fevereiro de 2017 Mirassol se prepara para o 3º Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária
Leia mais

Fale conosco

Entre em contato com a Arrozeira Banhado. Utilize o Fale Conosco do Site para esclarecer suas dúvidas, enviar sugestões, elogios e solicitar informações sobre produtos e serviços. Este é o seu canal on-line para um atendimento rápido e fácil.

O site da Arrozeira Banhado é o seu mais novo canal de notícias e informações. Se preferir, além do formulário, utilize os canais de contato alternativo listados abaixo.