Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

MT é campeão de queimadas na Amazônia

Os focos de calor em Mato Grosso durante o período proibitivo de queimadas aumentaram cinco vezes mais que nos demais Estados da Amazônia Legal. Os dados do Batalhão de Emergência Ambiental (BEA) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) apontam que desde que iniciou o período proibitivo em 15 de julho até a última terça-feira foram registrados no Estado 9.950 focos de calor.

Com menos de uma semana para o encerramento do período proibitivo de queimadas – 15 de setembro – Mato Grosso ainda continua apresentando números preocupantes em focos de incêndio. Em 2015 entre 15 de julho a 06 de setembro foram 7.940 focos de calor, comparando com este ano, o aumento foi de 25,31%. Nos Estados da Amazônia Legal, os focos de calor em 2015 neste período foram de 39.284, já em 2016 somaram 41.336 uma variação de 5,22%. No Brasil comparando o período de 2015 - 54.752 focos - e 2016 - 59.134 focos – foi registrado um aumento de 8%.

Em relação à taxa de focos de calor por unidade de área (km²), Mato Grosso passa a ocupar a 4ª colocação, sendo os primeiros colocados os estados de Tocantins, Maranhão e Rondônia, respectivamente. Um dos motivos que sempre coloca o Estado de Mato Grosso no topo da lista seria principalmente devido à vegetação predominante no Estado, sendo o cerrado propício para os incêndios.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais apontam que a maioria dos focos de calor em Mato Grosso no período de janeiro a 06 de setembro deste ano está em propriedades privadas, sendo 63,15%. O restante é distribuído em projetos de assentamento (6,16%), terras indígenas (24,73%), unidades de conservações federais e estaduais, (2,10%) e (2,21%) respectivamente, e região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá (1,66%).

Ao todo no Estado foram registradas 668 ocorrências de incêndios em 2016. O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) já atendeu 432 ocorrências em 1.027,73 horas de trabalho de combate. No entanto, 236 ocorrências deixaram de ser atendidas. No momento, o Corpo de Bombeiros tem 11 equipes simultâneas trabalhando em Mato Grosso com as brigadas mistas, espalhadas em todo o estado.

O período proibitivo para queimadas começou no dia 15 julho e segue até o dia 15 de setembro, podendo ser prorrogado em razão das condições climáticas, conforme Decreto 638, publicado no Diário Oficial de Mato Grosso.

Utilizar fogo para limpeza e manejo nas áreas rurais é crime passível de seis meses a quatro anos de prisão, com autuações que podem variar entre R$ 1 mil (pastagem e agricultura) e R$ 75 mil por hectare (em área de preservação permanente – APP). Além de denunciar queimadas rurais pelo 0800-647-7363, a população também pode registrar as ocorrências no Corpo de Bombeiros.

Nas áreas urbanas, o uso do fogo para limpeza do quintal é crime o ano inteiro, conforme a legislação de cada município. As denúncias devem ser feitas no 193, do Corpo de Bombeiros, ou nas secretarias municipais de meio ambiente.

A Secretaria Estado de Meio Ambiente ainda não divulgou, mas o secretário-executivo da Sema, André Baby, adiantou que a decisão sobre a prorrogação do período proibitivo será tomada em uma reunião do Comitê do Fogo, que reúne várias instituições, entre elas Sema, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, na próxima semana.

Mas é provável que seja prorrogado, como nos anos anteriores, devido às condições climáticas, já que na região Norte de Mato Grosso o clima continua muito seco - e a vegetação seca é propícia ao fogo. No ano passado, o período foi estendido até o dia 15 de outubro. Dados da Sema apontam que em todo período proibitivo do ano passado foram 19.890 focos de calor. 




Fonte: Agrolink

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