Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

O desafio da carne suína

O mercado de suínos – a carne mais consumida no mundo – cresce e ganha relevância, mas ainda patina no mercado brasileiro. Esbarra, na verdade, na falta de informação ou desinformação. Um ambiente em que a principal barreira não é sanitária, e sim o preconceito do consumidor. Associada muitas vezes a uma proteína animal não muito saudável, gordurosa e que precisa ser cozida à exaustão, como que para esterilizar, a carne suína enfrenta paradigmas e contradições. Ao mesmo tempo em que tem grande aceitação como carne de festa, a exemplo do leitão recheado, do pernil ou lombo assado, enfrenta rejeição no dia a dia, na casa, na mesa, na preferência do consumidor.

Mas, se essa é a carne mais consumida no mundo, por que essa resistência no Brasil? Questões culturais, tradição, religião ou o quê? Penso que não é nada disso. Mas sim uma limitação, por algum tipo de complexo que tem origem em analogias, de sentido figurado, com os hábitos atribuídos ao porco, ao chiqueiro e até ao fato de sermos uma nação em desenvolvimento. O suíno é uma carne menos nobre e, por isso, mais barata. Se você é um daqueles que pensam assim, então pare. Os tempos são outros. Esqueça tudo o que você ouviu falar sobre carne de porco.

Comece do zero e dê uma nova chance à carne suína e ao seu paladar. Não ao pernil ou ao leitão recheado, e sim aos diversos cortes, mais práticos e funcionais, que aos poucos começam a se destacar na gôndola do supermercado, a compor o bufê do fast-food, o menu à la carte das chamadas baixa e alta gastronomia. Por que não colocar mais variedade e sabor à mesa não apenas em datas comemorativas, mas no almoço, na rotina das refeições feitas em casa, seja o dia que for?

Picanha ou mignon, alcatra ou fraldinha, lombo ou coxão mole, cortes para churrasco ou para cozinha. Até parece que estamos falando de boi. Mas não. É de porco mesmo. De frações gourmet, para pratos especiais e de preparo rápido, que a maioria dos consumidores não conseguia ou não consegue associar ao suíno. É um novo posicionamento da carne de porco. Mais nobre, porém não elitizada, que aos poucos começa a revolucionar e a reinventar o mercado e o consumo dessa proteína.

Quem sabe daqui a alguns anos o Brasil esteja comendo carne de porco como gente grande, como fazem inclusive os países que a sociedade e a economia classificam de primeiro mundo. Enquanto o consumo per capita brasileiro é de apenas 15 quilos/ano, na União Europeia mais Rússia essa relação é de 25 quilos/ano; nos Estados Unidos, 21 quilos/ano. Na Ásia o consumo é mais que o dobro do Brasil: na China, o per capita é de 39 quilos/ano e, na Coreia do Sul, 34 quilos/ano.

Os números e a comparação com os principais países consumidores mostram o tamanho do desafio e da oportunidade à suinocultura brasileira. Isso apenas no mercado interno, sem falar das exportações, em que o Brasil tem know how e espaço para conquistar e se consolidar como um grande fornecedor.

Expedição Suinocultura

Para falar do campo e do mercado, da produção e do consumo, o Agronegócio Gazeta do Povo esta na estrada para discutir todos os elos dessa cadeia produtiva. A Expedição Suinocultura, lançada em agosto, percorre os principais estados produtores para apontar tendências do setor e desmistificar questões de preconceito e desinformação sobre a carne suína. De que esta é, sim, uma carne saudável, segue rigorosos padrões de sanidade e reúne todas as condições, de preço e qualidade, para concorrer ou ser uma alternativa às carnes mais tradicionais ou mais consumidas no Brasil, como de frango e de boi.

Concentrada na Região Sul e Sudeste, com mais de 80% da produção nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais, a suinocultura também exerce um papel econômico e social, na geração de emprego, renda e divisas comerciais aos estados e ao país. A cadeia produtiva no Brasil responde por mais de 4,1 milhões de empregos e exportações de US$ 1,7 bilhão. Isso como o quarto maior produtor e quarto maior exportador mundial e com um consumo per capita constrangedor perto de Europa e Ásia. Agora, imagine como essa cadeia pode ser impactada a cada quilo a mais produzido, consumido e exportado pelo mercado brasileiro.

Para saber mais sobre a Expedição Suinocultura, a produção e o consumo da carne de porco, acesse www.expedicaosuinocultura.com.br




Fonte: Agrolink

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