Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Piscicultura: Para aumentar a produção, setor aquícola precisa ser mais competitivo

Atualmente, o setor aquícola movimenta US$ 600 bilhões de dólares e US$ 55 bilhões em exportações anuais

O pescado é a proteína animal que vai alimentar o mundo, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Atualmente, o setor aquícola movimenta US$ 600 bilhões de dólares e US$ 55 bilhões em exportações anuais, tem um mercado duas vezes maior do que o complexo soja, sete vezes maior do que o negócio de carne bovina, nove vezes maior do que o de carne de frango e 20% maior do que o de calçados.

Apesar da grandiosidade da aquicultura, o Brasil ainda tem muito a caminhar. De acordo com a assessora técnica da Comissão Nacional de Aquicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Lilian Figueiredo, o setor carece de competitividade, tanto na questão de preço quanto em relação à qualidade do produto na gôndola do mercado. “Precisamos aperfeiçoar toda a cadeia para que o preço e a disponibilidade do pescado brasileiro melhorem. Hoje, infelizmente, temos menos de 1% da produção mundial aquícola, quando podemos crescer em 104% e produzir, de maneira sustentável, 20 milhões de toneladas por ano, segundo a FAO”, observou.

Lilian apresentou esses dados em no II Encontro de Piscicultura da Região do Capim, evento realizado na Exposição Agropecuária de Paragominas (Agropec), no dia 11 de agosto. Em sua palestra, a assessora técnica listrou principais as dificuldades do setor aquícola brasileira: escassez de pesquisas direcionadas ao setor; dificuldade de acesso ao crédito; licenciamento ambiental; assistência técnica deficiente; falta de tecnologia para a produção; faltam foco e continuidade das políticas públicas e baixa qualificação profissional. 

Apesar de tantas barreiras, a assessora técnica mostrou que existem muitas condições favoráveis para o crescimento brasileiro. “Temos 13% da água doce disponível no planeta, uma área inundada em represas hidrelétricas que soma mais de cinco milhões de hectares e um litoral de 8.500 quilômetros de extensão”, ressaltou. Destacando ainda o clima brasileiro que é extremamente favorável à produção, em razão de sua tropicalidade; além da alta densidade de espécies e disponibilidade de insumos para alimentação. 

Lilian Figueiredo comentou que o Brasil precisa investir em marketing semelhante à carne suína fez. “Dez anos atrás a carne de porco era consumida em uma taxa de 9 kg/habitante/ano. Uma campanha de consumo junto com a facilitação dos cortes da mesma fez com que o consumo aumentasse para 15 kg/habitante/ano”. Segundo a técnica, o setor aquícola precisa se adaptar no que o consumidor brasileiro quer. “Hoje o consumidor está focado em cortes mais requintados e fáceis de fazer. O peixe in naturanão tem como crescer no mercado”, finalizou.




Fonte: Agrolink

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