Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Empaer apresenta alternativas para alimentação do rebanho no período da seca

Entre os temas estão silagem de cana, cana hidrolisada, pastejo diferido, entre outros

No Assentamento Rural Raimundo da Rocha, localizado no Sítio Almeida no município de Nortelândia (253 km a Médio-Norte de Cuiabá), será realizada amanhã, a partir das 8h30, a 2ª Visita Técnica Sobre Estratégias de Alimentação de Bovinos no Período da Seca.

O produtor rural Benedito Paulino de Almeida Costa e sua esposa, Maria Síria Correia, vão abrir as portas da propriedade de 19 hectares para mostrar o trabalho executado para manter a produção de leite no período da seca. Nos últimos 18 meses, o técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Rafael de Assis Simões, desenvolve uma tecnologia em que o animal deve permanecer confinado no mesmo piquete, alguns animais após a ordenha, de 10 a 24 horas.

No sítio foram construídos 30 piquetes para 27 vacas de leite e 16 em lactação, das raças Girolando e Holandesa. A produção chega a quatro mil litros de leite por mês. Rafael destaca que serão apresentadas estratégias para manter a produção de leite neste período com tecnologia para manter o animal saudável e produtivo. E será mostrado na prática como fazer silagem de cana-de-açúcar, hidrolisada e in natura com a dosagem correta de ureia e sulfato de amônia.

Ele explica que o pastejo diferido ou também denominado pastejo protelado ou produção de feno em pé, pode ser entendido como o adiamento do uso do pasto pelo animal. Com o diferimento da pastagem, selecionam-se determinadas áreas da propriedade e as excluem do pastejo, geralmente no fim do “período das águas”, como forma de garantir produção de forragem para ser pastejada durante o “período de seca”.

A produtora rural Maria Síria explica que na propriedade era utilizada apenas a cana-de-açúcar triturada para alimentar o gado e após a assistência do técnico da Empaer hoje são feitos vários processos e também o semiconfinamento. Esse sistema auxilia a manter a qualidade da vaca no período da seca. No período das chuvas são produzidos 190 litros de leite por dia, na seca a média atinge a 117 litros/leite. Conforme a produtora, pela primeira vez o preço do leite chegou a R$ 1,20 o litro, considerado um preço bom para comercializar o leite.

Segundo a produtora Maria, esse sistema de semiconfinamento e a utilização da cana-de-açúcar na alimentação melhorou a produção do leite. Ela espera que no período da seca a produção se mantenha. “Devido à grande estiagem nesse período, nunca vendemos o litro do leite por esse preço, estamos contentes e esperamos entregar uma boa quantidade para o laticínio de Arenapólis”, enfatiza.

A visita técnica vai contar com a participação de produtores de gado de corte e leite, estudantes, técnicos e outros. Rafael fala que vão participar produtores dos municípios de Diamantino, Alto Paraguai (Distrito de Capão Verde), Nortelândia, Arenápolis, Nova Marilândia, Denise, Nova Olímpia, Barra do Bugres, Porto Estrela e Nobres.  A visita técnica tem encerramento previsto para às 12h.




Fonte: Agrolink

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