Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Agricultor do século 21

O agricultor paranaense é fortemente capacitado, profissional e cuidadoso no trato com a terra e os animais, o que lhe garante índices de produtividade entre os melhores do País e em praticamente todas as culturas. No Estado, o produtor, que comemorou seu dia na última quinta-feira, não encontra mais nas antigas modas de viola um retrato tão fiel de seu dia a dia, muito porque a escassez de outras épocas deu lugar à eficiência no século 21.

Resultado que aparece justamente pelo perfil do homem do campo local. A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) aponta que 85% das propriedades rurais paranaenses têm até quatro módulos fiscais, equivalentes a 72 hectares (ha). A maior parte tem mão de obra familiar e, por tirar a própria subsistência de pequenas áreas, passou a ter atualização aos últimos lançamentos em tecnologias, diversidade de culturas e resultados melhores do que a média nacional.

O chefe de transferência de tecnologia da Embrapa Soja, Alexandre Cattelan, afirma que cerca de 70% dos produtores do grão no Estado atuam em áreas de até 100 ha, o que permite que deem mais atenção a cada pedaço da propriedade, em comparação com os vastos campos do Mato Grosso, por exemplo. "São mais máquinas por hectare e o produtor daqui consegue plantar em uma época mais adequada, fazer os tratos culturais e colher na hora certa, enquanto o produto mato-grossense tem de correr mais", diz.

O gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra, destaca a assistência técnica do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), de cooperativas e de entidades de pesquisa. "Os produtores têm se especializado e profissionalizado para poder sobreviver em áreas desse tamanho e, basicamente, um dos fatores mais importantes é a diversificação dentro da propriedade, que permite ter mais fontes de renda e receber sempre ao longo do ano.

Para o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Meneguette, a capacitação e a união do setor também fazem a diferença. "Nossa produtividade representa, com excelência, os investimentos em treinamento, tecnologia e conhecimento que se faz, seja via cooperativas, via Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) ou Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), comenta.

Professor de economia rural da FAE e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Eugenio Stefanelo completa que o conhecido solo fértil ajuda, mas que todo o trabalho no contato com o campo e o próprio entrosamento de toda a cadeia dão resultado. "O produtor é bem conscientizado e usa a tecnologia de forma muito significativa. O sistema de cooperativas recebe 55% da produção estadual e dá forte assistência, até mesmo discutindo com o produtor as soluções e tecnologias que devem implantar."




Fonte: Agrolink

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