Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

2ª Visita Técnica apresenta resultados sobre cultivares de algodão – safra 2015/16

Com o objetivo de otimizar a difusão de novas cultivares de algodoeiro com características de alta adaptabilidade ao cerrado baiano, potencial produtivo e qualitativo, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia e Embrapa, realizaram a 2ª Visita Técnica do Projeto Adoção de Cultivares de Algodão para o Oeste da Bahia - Safra 2015/16, nos dias 21 e 22 de junho, no Campo Experimental da Ide Consultoria, na Fazenda Warpol, em Roda Velha, distrito de São Desidério, e no Campo de Validação da Círculo Verde, em Luís Eduardo Magalhães.

A ação contou com a presença de produtores, pesquisadores, gerentes de fazendas, fornecedores, consultores da região e técnicos do Programa Fitossanitário da Abapa. Durante o evento, foram apresentados os resultados do primeiro ano do projeto, quando foram identificadas as cultivares TMG 42, 81, 82 WS e FM 975 WS, FM 913 e 940 GLT e DP 555 BGRR como as de melhor produtividade e rentabilidade, e as BRS 371 RF e FM 982 GL como melhores para refúgio.

Segundo o pesquisador, Dr. Eleusio Freire, mestre em Agronomia e doutor em Genética e Melhoramento de Plantas, e um dos responsáveis pelo projeto, nessa safra, o estado da Bahia plantou cerca de 25 variedades, que estão sendo avaliadas. “Nesse segundo ano do projeto, estão sendo avaliadas 25 cultivares, que passarão por teste de qualidade de fibra, análises econômicas, dentre outros, a fim de, ao final, ser recomendada aquelas que melhor se adaptam”, disse Dr. Eleusio, que também salientou sobre o risco de se plantar um número muito grande de variedades. “Precisamos tomar cuidado em relação à quantidade de variedades, uma vez que a quantidade, altera a qualidade, gerando reclamações nas indústrias de fiação. Minha orientação é que sejam escolhidas, dentre essas 25, no máximo cinco, que serão divulgadas no Workshop de Apresentação de Resultados, em agosto”, enfatizou.

Para a safra 2015/16, o projeto está sendo desenvolvido em quatro Unidades de Demonstração (UD’S): Fazenda Carvalho (Equipe Consultoria), Fazenda São Marcos (Inovação Consultoria), Fazanda Warpol (Ide Consultoria) e Fazenda Harmonia (Consultoria Círculo Verde), e no centro de pesquisa e tecnologia da Fundação Bahia, com 24 cultivares em avaliação, nos critérios de: resistência à seca, pragas, doenças, ciclo, porte, produtividade, conceito geral.

“A intenção do projeto é possibilitar que os produtores visualizem comparativamente todos as opções de cultivares de algodão disponível. Com esse projeto é possível avaliar as diferenças de cada cultivar, facilitando assim, a troca de informação. Mais do que nunca a gente percebe a importância dessa avaliação, todos os anos são lançadas novas cultivares no mercado, é importante conhecer as condições de cada uma, com rapidez e dinamismo, para evitar possíveis perdas. Esse é um trabalho totalmente isento e dará respaldo às decisões dos produtores da região”, disse o diretor da Abapa, e coordenador do Programa Fitossanitário da Bahia, Celito Breda.

O Projeto conta com o apoio do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).




Fonte: Agrolink

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