Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Dia de Campo da Agristar se consolida como um dos eventos mais importantes da horticultura

O Open Field Day (Dia de Campo Aberto), evento anual da Agristar do Brasil, uma das maiores empresas do país na produção e comercialização de sementes de hortaliças, flores e frutas, completa 10 anos e se consolida como um dos eventos mais importantes para a horticultura. Realizado na estação experimental de Santo Antônio de Posse (SP), simultaneamente à Hortitec, atrai todos os anos milhares de pessoas em busca de produtos inovadores e informações sobre o setor.

Idealizado para demonstrar no campo os lançamentos e resultados dos seus produtos, o Open Field Day já virou tradição entre os integrantes da cadeia produtiva e chegou a sua 10ª edição em 2016, quando reuniu 2.700 participantes, entre produtores, viveiristas, fornecedores, revendedores, técnicos, distribuidores, chefs de cozinha e acadêmicos, do Brasil e do exterior que, além de visitarem o campo, puderam ver uma retrospectiva, com exposição de fotos e textos das edições anteriores.

Para o Presidente da Agristar do Brasil, Steven Udsen, completar 10 anos do evento sinaliza o compromisso da empresa em pesquisa e desenvolvimento de produtos adaptados ao Brasil, com o objetivo de oferecer sempre algo diferente e melhor para os produtores e parceiros comerciais.  “Desde que a empresa transferiu a sua principal estação experimental para a região de Santo Antônio de Posse (SP), há 10 anos, nós realizamos o Open Field Day. A cada ano temos aumentado o investimento no evento, com maior número de triagens, produtos lançados nas linhas e infraestrutura para receber uma quantidade crescente de visitantes. É uma ótima oportunidade de demonstrar o trabalho que a empresa faz e uma chance única para os clientes e parceiros verem no campo, tanto os produtos comerciais consagrados, quanto os novos, que estão sendo introduzidos, em primeira mão”, explica Udsen.

Para Maurício Pellegrini Coutinho, Diretor de Desenvolvimento de Produtos e um dos idealizadores do evento, esses 10 anos fecham um ciclo de muito sucesso. “Foram milhares de visitas e vários produtos lançados, que hoje são sucessos de vendas e representam mais de 50% do faturamento da empresa. Temos um índice grande de inovação tecnológica, se comparado com os dados disponíveis no mercado hoje e com outras empresas. O evento não só trouxe produtos novos, mas também proporcionou aos visitantes e produtores visualizarem as novas tecnologias, sejam elas de nutrição ou de manejo, e levarem para as suas propriedades”, explica.

“O objetivo é mostrar para o produtor as condições reais de cultivo, e ao longo desses 10 anos, muita coisa mudou no mercado. Houve uma segmentação, não só de tipo de produto, mas novas doenças surgiram e a tecnologia foi obrigada a acompanhar, com novas resistências. Foram 20 mil materiais testados, triados, mais de 400 ensaios por ano, espalhados por todo o Brasil e o futuro segue com novos investimentos, como uma nova unidade de pesquisa em Guimarânia (MG), onde trabalhamos no desenvolvimento de variedades como tomate tipo Santa Cruz, cenouras de verão, berinjela e quiabo. Essa é a ideia, direcionar o foco para o desenvolvimento de materiais específicos para o mercado brasileiro”, finaliza Coutinho.




Fonte: Agrolink

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