Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

PR: Brócolis lidera perdas com a geada, com 70% das cabeças queimadas

O frio intenso, acompanhado de geada que tomou conta do Paraná nas últimas semanas, deixou um rastro de perdas na lavoura. Os prejuízos ainda estão sendo contabilizados pelos produtores, mas já já há alguns números no que envolve a olericultura. Segundo o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PR), o brócolis foi a hortaliça mais afetada pelo clima nas últimas semanas, acumulando 70% de quebra na última quinzena, principalmente entre os municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), que respondem por 50% da produção de hortaliças no Estado.
A super quebra na colheita do brócolis fez com que a caixa comercializada com 12 cabeças dobrasse de preço (indo de R$ 20 para R$ 40) na Central de Abastecimento do Paraná (Ceasa-PR). O produto alternativo ao brócolis, a couve-flor, também não aguentou o forte frio, registrando perdas próximas de 70% e com um impacto direto nos preços, fazendo com que a caixa com 12 unidades fosse de R$ 38 para R$ 45. "Tanto o brócolis quanto a couve-flor são culturas que ficam em áreas descobertas, o que as torna mais vulneráveis. Prova disso é que as folhosas, como as alfaces, ficaram em 20% porque a maioria dos produtores adota a plasticultura ou cobre com TNT a plantação", afirma o coordenador estadual da Emater-PR, Iniberto Hamerschmidt.
Mesmo assim, segundo ele, as laterais dessas áreas cultivadas ou áreas que não foram cobertas amargaram perdas significativas. "Hoje, somente a RMC produz 4,5 mil toneladas de alface por mês e pelo menos 900 toneladas foram perdidas. No caso da alface e da cenoura, que possuem variedades de inverno, dá para optar por esse caminho a fim de ter uma cultura mais resistente às baixas temperaturas", sugere o especialista.
Outra recomendação bastante importante dada pela Emater em vários cursos é a de irrigar as lavouras após uma noite com geada. "Umedecendo as culturas antes do sol aparecer, o produtor evita o choque térmico e a queima que danifica o produto", aponta Hamerschmidt. "Há um macete bem eficiente para o caso específico da couve-flor, que é o de usar as folhas para proteger a cabeça da geada. Claro que quando falta mão-de-obra e o produtor possui uns 15 mil pés cultivados isso fica mais complicado de fazer, mas esse cuidado minimiza as perdas. Aliás, o inverno só começou agora, ou seja, esse capricho vai determinar os resultados de cada agricultor nesta estação que ainda trará geada e frio muito rigorosos", alerta.
De acordo com o acompanhamento da Emater-PR, a boa notícia na parte das hortaliças ficou com o repolho, que quase não foi afetado. O Paraná é um dos maiores produtores do País, colhendo uma média de 300 mil cabeças ao ano, a ponto de exportar parte da produção. 




Fonte: Agrolink

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