Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Controle do cancro europeu reúne técnicos e produtores em Vacaria

Na próxima terça-feira, dia 21 de junho, acontece a II Reunião Técnica sobre o cancro europeu, em Vacaria (RS). O evento é direcionado para técnicos e produtores e além de apresentar os resultados do projeto “Cancro europeu das pomáceas – uma ameaça a pomicultura brasileira: diagnóstico, impacto econômico, epidemiologia, controle e transferência de tecnologia”, contará com a palestra da pesquisadora Monika Walter, da Plant & Food Research da Nova Zelândia, uma das maiores autoridades no assunto.

O cancro europeu é apontado como uma das principais doenças das culturas da maçã e da pera no mundo. No Brasil, havia sido erradicada em 2002, mas há cerca de quatro anos ela reapareceu e vem causando muitos prejuízos nas principais regiões produtoras. “Estamos aprendendo a lidar com o Cancro. Já sabemos que se uma área estiver com mais de 50% de plantas contaminadas não se consegue baixar a sua incidência e o custo para manter o pomar fica muito elevado”, informa Sílvio André Meirelles Alves, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e líder do projeto, que está sendo realizado há quatro anos, numa parceria entre a Embrapa Uva e Vinho, Embrapa Florestas, Universidade de Caxias do Sul (UCS), Proterra, Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e Universidade Federal do Paraná (UFPR), com financiamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Alves comenta que, nas condições brasileiras, o cancro europeu tem se comportado de forma bastante agressiva trazendo prejuízos com a morte de plantas e pelo apodrecimento de frutas infectadas pelo fungo Neonectria ditissima, causador da doença. “As frutas contaminadas com o fungo ficam inviáveis para a comercialização, causando um prejuízo direto na produção da planta”, alerta.

Segundo Alves, a interação e a troca de experiências com especialistas de outros países que já vem combatendo o cancro é fundamental para o controle da praga no Brasil. “A pesquisadora Monika já está nos auxiliando no controle da doença desde que ela ressurgiu em 2012. Além de trabalhar na Nova Zelândia, ela possui pesquisas colaborativas com diversos pesquisadores da Alemanha, Inglaterra e Suécia, dentre outros países. É uma referência internacional quando o assunto é combater o cancro europeu”, avaliou.

A II Reunião Técnica sobre o Cancro Europeu contará com seminário técnico pela manhã, que irá acontecer no auditório da UERGS, e na parte da tarde os participantes poderão ver na prática os métodos de controle executados em experimentos na Estação de Fruticultura de Clima Temperado da Embrapa e no Pomar comercial da Frutival (pomar da Macena). O evento é promovido numa parceria entre Embrapa Uva e Vinho, Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi) e Associação Brasileira de Produtores de Maçã (ABPM). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo fone (54) 3455-8088.

Serviço:
O que: II Reunião Técnica sobre o Cancro Europeu
Quando: 21 de junho
Seminário
Local: Auditório UERGS – Av. Antônio Ribeiro Branco, 1060 – Parque dos Rodeios, Vacaria
Programa:
8h30- Recepção e Credenciamento
8h45- Abertura - Sílvio Meirelles Alves - Embrapa Uva e Vinho
9h- Controle do cancro europeu na Nova Zelândia - Monika Walter - Plant and Food Research, Nova Zelândia
10h15- Intervalo
10h30- Mesa Redonda sobre o panorama do controle do cancro europeu no Brasil - Membros do projeto sobre cancro europeu financiado pelo MAPA
11h30 às 12h- Discussão geral e encerramento.

Dia de Campo:
Local: Estação de Fruticultura de Clima Temperado da Embrapa e no Pomar comercial da Frutival
Programa:
14h- Observação dos experimentos na EFCT - Embrapa Uva e Vinho - Sílvio Meirelles Alves
16h- Observação de métodos de controle em pomar de maçã da Frutival - JoséMaria Reckziegel
18h- Encerramento
Inscrições: gratuitas pelo telefone (54) 3455-8088.




Fonte: Agrolink

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