Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

CNA pede ao Governo medidas para minimizar prejuízos com quebra de safra no Matopiba e em Goiás

O vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner, pediu o parcelamento, por cinco anos, das operações de custeio contratadas na safra 2015/2016 e a renegociação de dívidas de operações rurais desde a safra 2011/2012 até o período 2015/2016. A solicitação foi feita ao secretário-adjunto de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Fazenda, Ivandré Montiel da Silva, em audiência nesta quarta-feira, (1/6), na sede do órgão, em Brasília. As medidas seriam para agricultores de Goiás e da região agrícola do Matopiba. 

As principais razões para a medida são a quebra de safra nestas regiões, provocada tanto pela estiagem prolongada no Matopiba, que contempla municípios produtores de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, e pelo excesso de chuvas no Centro-Oeste, além da queda do volume de recursos oficiais para a subvenção ao seguro rural, o que comprometeu a produtividade e a renda dos agricultores. Entre as culturas mais atingidas, estão soja, milho, algodão e cacau. O secretário-adjunto informou que irá avaliar a situação para ver a viabilidade das medidas e seus impactos para os cofres públicos. 

A estes fatores, Schreiner acrescentou a lentidão dos bancos oficiais na liberação do pré-custeio para aquisição de insumos para o plantio. “Tudo isso provocou um desajuste muito grande. Em muitos casos, os produtores recorreram a financiamentos de indústrias de insumos, revenda e bancos privados, aumentando os custos de produção, devido às altas taxas de juros destes financiamentos”, justificou o vice-presidente. Diante deste cenário, Schreiner mostrou preocupação com a dificuldade dos produtores em cumprir seus compromissos financeiros.

Medidas – De acordo com documento entregue ao secretário-adjunto do Ministério da Fazenda, são duas medidas relacionadas às operações de crédito rural. A primeira seria a prorrogação do prazo de reembolso das parcelas vencidas e que irão vencer, das operações de crédito rural de custeio contratadas na safra passada. O parcelamento seria feito em cinco anos, com carência, em prestações anuais, manutenção das taxas de juros originárias do contrato e a exclusão das garantias dos financiamentos renegociados, sendo que estas seriam utilizadas em novos financiamentos.

A segunda prevê o parcelamento, em oito anos, das dívidas de crédito rural de operações contratadas das safras 2011/2012 a 2015/2016. Seriam dois anos de carência, prestações anuais, além da manutenção dos juros vigentes no contrato original e também com o uso das garantias em novos financiamentos. 

Perdas – Os problemas climáticos ocorridos provocaram perdas significativas na produção e na produtividade. No Maranhão, por exemplo, a queda chega a 38% nas lavouras de soja na atual safra (2015/2016), em relação à safra anterior (2014/2015).  No Piauí, a quebra de safra supera 60% na produção de algodão. Na Bahia, a colheita de milho verão deve ser quase 50% inferior. Já os custos de produção no Matopiba subiram, em média, 13% a 20% para soja, milho e algodão e a rentabilidade será negativa, pois a receita será insuficiente para cobrir os custos. No caso do cacau, a diminuição de oferta está estimada em 15% para esta safra, com perda de R$ 216,4 milhões na renda da atividade e o fechamento de mais de 15 mil postos de trabalho.

Seguro – Schreiner reafirmou a necessidade de alocação de mais volume de recursos para a subvenção ao seguro rural. Na sua avaliação, o volume necessário para o Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR) deveria ser de R$ 1,1 bilhão, quando o montante parta este ano foi de R$ 400 milhões. A redução da participação do governo nas subvenções também fez cair a contratação das apólices, com quedas que chegaram a 94%.  




Fonte: Agrolink

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