Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Entrevista - Setor de armazenagem agrícola espera recuperação após mudanças em Brasília

A indústria de armazéns agrícolas deverá observar uma recuperação nas carteiras de pedidos a partir do segundo semestre, com uma melhora da confiança dos investidores brasileiros e uma crescente demanda imposta por consecutivas safras recordes no país, disse à Reuters um importante executivo do setor. "O segundo semestre tende a ser melhor que o primeiro. Colocando-se confiança na economia, acredita-se que teremos retomadas dos pedidos já a partir do mês de julho... e 2017 só tem como ser melhor que 2016", afirmou Olivier Colas, vice-presidente da Kepler Weber, líder no mercado brasileiro de armazenagem de grãos.

O setor de fabricação e instalação de silos vivenciou anos de ouro no início desta década, quando linhas de crédito do governo ofereceram recursos fartos e baratos para investimentos neste tipo de infraestrutura, ainda escassa no país que é um dos maiores produtores e exportadores globais de grãos. Contudo, a partir de 2015, com o aperto da política econômica, os financiamentos estatais subsidiados minguaram e tornaram-se mais caros, com impacto direto nas contratações de novas estruturas.

A aposta de Colas é que a mudança no governo federal, com uma nova equipe econômica, dê ânimo para os investimentos privados, ainda que as linhas oficiais de crédito não sofram grandes alterações. "Tem dinheiro na iniciativa privada, não é que (o setor) precisa exclusivamente do financiamento público. As condições já são muito melhores do que alguns dias atrás", analisou o executivo. "Tenho que olhar muito mais pra frente... Nos próximos 3 anos vamos voltar a patamares saudáveis, embora abaixo de 2013 e 2014."

Na semana passada, a Kepler Weber divulgou seu balanço do primeiro trimestre, com resultados negativos. A empresa teve prejuízo líquido de 5,7 milhões de reais, como reflexo da queda no faturamento, devido à baixa liquidez da carteira de pedidos. A receita líquida da divisão de armazenagem caiu 13,5 por cento na comparação com o primeiro trimestre de 2015, sendo que a receita líquida da companhia no período só subiu porque teve um impulso da divisão de exportações.

O otimismo de Colas com o futuro deve-se também à posição inabalável do Brasil como grande produtor e exportador de commodities agrícolas. O país está colhendo em 2015/16, pela segunda temporada consecutiva, uma safra de grãos no patamar histórico de mais de 200 milhões de toneladas.

"O primeiro trimestre de 2016 é (o fundo de) um vale. Não é possível ter um nível de atividade tão baixo num país que é o celeiro do mundo", ponderou. Outra expectativa quanto à nova administração federal é que ela consiga fazer deslanchar investimentos em portos, ferrovias e rodovias. "Concessões nos interessam. Quando aumenta o número de estrada e ferrovias, isso aumenta o potencial para construção de novos armazéns ao longo desses eixos de escoamento", afirmou o executivo.




Fonte: Agrolink

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