Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Plano tem meta de aumentar área irrigada em 5 milhões de hectares

O Plano para Expansão, Aprimoramento e Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Irrigada foi anunciado nesta terça-feira (10), em Brasília, pela ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). O projeto visa a aumentar a área irrigada do país de 6,2 milhões para 11,2 milhões --expansão de 5 milhões de hectares, ou 80% -- em 10 anos.

O plano de irrigação foi apresentado a autoridades e do setor produtivo pelo diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Arno Jerke Junior, ex-diretor do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade do ministério. Segundo ele, o projeto tem os seguintes objetivos: usar a água de forma racional, evitar as perdas agrícolas por causa de problemas climáticos, aumentar a produtividade de 3,4 para 4 toneladas por hectare e gerar até 7,5 milhões de empregos diretos e indiretos. Do ponto de vista ambiental, busca diminuir a pressão sobre a abertura de novas áreas de produção.

O plano de irrigação tem duas etapas:
Primeira etapa (2016 a 2019):
- ampliação da área irrigação em 1,5 milhão de hectares, considerando a infraestrutura atual disponível;
- implementação do Cadastro Nacional de Irrigantes;
- implantação de 50 unidades demonstrativas;
- capacitação de 20 mil produtores e técnicos;
- implantação de três centro de referência em agricultura irrigada.

Segunda Etapa (2020 a 2024)
- ampliação da área irrigada em 3,5 milhões de hectares, a partir da identificação das regiões aptas, e equacionamento de questões de infraestrutura e logística;
- capacitação de 35 mil produtores e técnicos;
- implantação de 50 unidades demonstrativas.

As áreas identificadas para o fomento da agricultura irrigada, a curto prazo, têm 4,5 milhões de hectares e estão localizadas em 298 municípios brasileiros. “Às vezes, você tem uma terra maravilhosa, água disponível, mas não tem estrada nem energia. Então, aquele local não pode ser prioritário”, disse Kátia Abreu.

A prioridade número um é atender as regiões do Semiárido brasileiro e do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).  “Dos 6 milhões de hectares irrigáveis no Matopiba, 500 mil estão prontos, com energia, estrada, armazenagem. Toda a área estratégica de investimento está pronta, é só financiar o produtor. Essa é a grande novidade do estudo”.

O Plano Agrícola e Pecuário 2016/2017, lançado no último dia 4, destina R$ 550 milhões para financiar a irrigação.

Na mesma cerimônia, a ministra Kátia Abreu assinou duas instruções normativas: uma relaciona os modelos de equipamentos dispersores utilizados em aeronaves agrícolas, com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura; e a outra determina a certificação zootécnica de suínos pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). A associação é a responsável pelo registro genealógico de suínos, com autorização do ministério. As instruções serão publicadas no Diário Oficial da União nos próximos dias.




Fonte: Agrolink

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