Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Mandioca/Cepea: fecularias batem recorde de processamento

O volume de mandioca processado pela indústria de fécula no primeiro trimestre deste ano foi o maior já registrado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, que acompanha semanalmente a atividade de fecularias desde 2006. No trimestre, a indústria de fécula processou 666,5 mil toneladas, aumento de 29% frente ao mesmo período de 2015.
 
No primeiro trimestre, a colheita da raiz também se intensificou, mas a maior demanda da indústria de fécula e também de farinheiras acirrou a disputa pela mandioca e elevou o preço da matéria-prima. Em março, o valor médio a prazo da tonelada de mandioca posta em fecularia foi de R$ 324,06, alta de 49,8% frente à média de dezembro, conforme dados do Cepea. No comparativo com março do ano passado, a valorização é de 69% em termos reais (valores atualizados pelo IGP-DI de março/16).
 
A situação atual, mais uma vez, reflete o movimento “pendular” que o mercado de mandioca nacional tem apresentado, explicam pesquisadores do Cepea. Numa temporada, a produção aumenta, os preços caem e os produtores se desestimulam para o ano seguinte, quando a oferta diminui e a matéria-prima volta a se valorizar, servindo novamente de estímulo para a cultura.
 
Conforme dados mais recentes do IBGE, a baixa rentabilidade da mandioca levou a área plantada a ter inexpressivo crescimento de 2% entre 2013 e 2014. Os investimentos nas lavouras, no entanto, foram pequenos e a produtividade média das áreas que estão sendo colhidas neste ano está baixa.
 
Levantamentos primários do Cepea mostram que os custos totais da produção agrícola na safra 2014/2015 estiveram entre R$ 203,00/t (regiões de Mato Grosso do Sul) e R$ 328,00/t (regiões paranaenses), em áreas arrendadas. Como em nenhuma das regiões os preços médios chegaram a R$ 170,00/t em 2015, o prejuízo sobre o custo total chegou a ser de 50% na última safra, o que reduziu a área plantada e investimentos na temporada corrente (2015/16).
 
Agora, os preços voltam a ser atrativos. Porém, ainda há casos de endividamento e de dificuldades de acesso ao crédito, fatores que poderão limitar avanços expressivos na área a ser cultivada na temporada 2016/17.
 
As sucessivas altas dos preços do amido de milho – concorrente direto da fécula de mandioca – e a necessidade de reposição de estoques por parte de consumidores de fécula têm mantido aquecidas as negociações desse produto, que também segue se valorizando. Conforme o Cepea, nos primeiros três meses deste ano, a fécula teve alta de 43,5%, passando de R$ 1.449,54/t em dezembro para R$ 2.080,11/t em março. Quando se compara a média de março à de um ano atrás, constata-se avanço de 60% em termos reais.
 
Na expectativa de que os preços tenham altas ainda mais expressivas nos próximos períodos – especialmente no segundo semestre –, parte das fecularias e até mesmo consumidores de fécula passaram a formar estoques. Além disso, intensificou-se a comercialização entre as próprias fecularias.
 
O mercado de fécula tem sido influenciado também pela estiagem que reduziu a produção de farinha nas regiões Norte e Nordeste entre janeiro e março, aponta a equipe Cepea. Com isso, agentes daquelas regiões passaram a se abastecer com farinha e até mesmo com mandioca do Centro-Sul, especialmente do Paraná e do estado de São Paulo, o que elevou também os preços das farinhas nos últimos meses.
 
Em março, o valor médio a prazo da saca de 50 kg da farinha de mandioca branca fina/crua tipo 1 foi de R$ 93,35, com alta de 16% na comparação com dezembro e de 61,4% em 12 meses, aponta o Cepea. A farinha grossa/crua, também tipo 1, teve média a prazo de R$ 69,01 por saca de 40 kg em março, alta trimestral de 15% e de 62% sobre março/15 – série atualizada pelo IGP-DI mar/16.
 
Conforme pesquisadores do Cepea, a oferta de mandioca pode diminuir no segundo semestre, o que tenderia a sustentar as cotações. A definição dos próximos investimentos, no entanto, leva em conta não só os preços atuais. Em sentido contrário, pesam o endividamento de parte dos produtores, condições não muito atraentes para a obtenção de crédito, menor oferta de áreas para arrendamento e também de material de plantio, especialmente de variedades mais precoces.
 




Fonte: Agrolink

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