Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

MT/milho: Corte de chuvas vai se confirmando

Com cerca de 35% da área de milho segunda safra semeada fora da janela ideal, ou seja, após 25 de fevereiro, em Mato Grosso, o clima e especialmente o regime de chuvas passa a ser uma grande preocupação para os produtores. Muitos deles cultivaram o cereal com até um mês após o fim do período ideal, o que aumenta a dependência em relação ao regime pluviométrico. E conforme os próprios produtores, as precipitações já estão aquém do que se registrava nos últimos anos nesse mesmo período.

Na região norte, por exemplo, em abril do ano passado, choveu mais de 250 milímetros. Foi a porção estadual mais beneficiada pelas precipitações naquele momento. Para este mês, a previsão é de cerca de 70 milímetros, enquanto que a necessidade hídrica das lavouras é de cerca de 120 a 130 milímetros para o período. O sudeste tem a pior previsão, menos de 50 milímetros. Desde o início do ano, os produtores já trabalham com a informação de que o corte de chuvas no Estado poderia ser antecipado neste ano. Ao contrário das últimas safra, quando as chuvas seguiram até final de maio, em 2016 a interrupção estava prevista para a partir de abril, o que se confirmada, atingirá em cheio as plantas durante o período de maior necessidade, que é a de formação do grão.

Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), dos 3,48 milhões de hectares cultivados com milho safrinha, 1,21 milhão foram semeados durante o mês de março, o que mostra que cerca de 35% das lavouras estão foram do período ideal. “Precisa-se de chuvas”, exclamam os analistas do Imea. Como explicam, em razão da grande extensão semeada após a janela ideal, há uma grande preocupação sobre o regime de chuva no Estado, o qual está abaixo do que os produtores esperavam. “Previsões feitas pela Somar Meteorologia indicam que as regiões produtoras de Mato Grosso registrarão uma pluviosidade bastante abaixo do que se observou em abril de 2015 e, inclusive, da necessidade hídrica para o desenvolvimento da planta”. A previsão vale para importantes produtores do cereal como Campo Novo do Parecis, Sorriso e se estende para outras regiões atingindo cidades como, Diamantino, Canarana, Brasnorte, Itaúba e Rondonópolis.

Caso tais estimativas se confirmem, o rendimento da safra pode ser comprometido, principalmente porque as principais regiões produtoras, a exemplo do médio norte e do sudeste, que têm a maior área semeada fora da janela ideal, podem ser mais afetadas justamente pela possibilidade de não receberem chuvas suficientes no período de reprodução do milho, quando se define a quantidade de grãos por espiga.

Até o momento, a previsão do Imea segue estimando uma safrinha de 19,97 milhões de toneladas contra 21,10 milhões no ano passado, queda anual de 5,8%. Mesmo com a elevação em 5,4% da área plantada, a ofertada deverá ser menor em razão da produtividade, que desde as primeiras projeções do Instituto já apontavam para perdas de produtividade, tanto em razão da possibilidade do corte antecipado das chuvas, pela extensão do período de plantio, como também de uma menor utilização de tecnologias. Neste contexto, o rendimento por hectare é de 95,5 sacas, em média, contra 106,9 conforme o contabilizado em 2015. Até o momento, a perda de produtividade anual é de 10,7%.
 




Fonte: Agrolink

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