Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Paraná pode se tornar polo dos cafés especiais no Brasil

O Paraná já foi o maior produtor de café do Brasil, com uma produção superior a 20 milhões de sacas, mas hoje o Estado não produz mais que dois milhões. No entanto, muito mais do que volume, o setor está investindo para se tornar referência no quesito qualidade. E aos poucos os produtores estão alcançando esse objetivo. A produção de cafés especiais cresceu entre 10% a 15% em relação ao volume colhido nos últimos 10 anos.

Conforme o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o estado está buscando agregar valor a sua produção e produzir café de qualidade. “Se não produzimos em volume, vamos nos tornar polo de qualidade através do esforço dos produtores e do investimento em tecnologia”, afirma.

Tecnologia que pode ser transferida ao produtor através, entre outras ações, do concurso Café Qualidade Paraná, realizado há 13 anos. Para o secretário executivo da Câmara Setorial do Café, Paulo Franzini, o objetivo do concurso é fortalecer a cafeicultura e apresentar à sociedade o potencial do Paraná para a produção de cafés especiais. “Isso possibilita aos cafeicultores a conquista de novos mercados, ampliando a oportunidade de negócios e consequentemente, o aumento da renda no campo”, afirma.

É o caso da produtora rural Ceres Trindade de Oliveira Santos. Bisneta de cafeicultores, Ceres viu na especialização uma oportunidade de criar novos negócios. “Café de qualidade exige mais dedicação desde o plantio até a colheita. Apesar dos custos um pouco mais caros, o retorno financeiro compensa muito”, explica Ceres, que venceu o concurso estadual na categoria natural. Para a produtora que ganhou na categoria cereja descascado, Eloir Inocência Nogueira de Souza, antes do concurso ela não sabia o valor do café. “Eu produzia, mas não cuidava e vendia para o 1º que aparecia. Hoje sei que se investir posso ter uma boa renda”, conta.

Franzini também reitera a importância dos produtores se especializarem para que o Estado possa produzir ainda mais cafés especiais. “Queremos legitimar o Estado como um dos melhores cafés do país e esta solenidade que estamos realizando aqui na Seab demonstra a força que temos”, completa.

Celebração

Na terça-feira (05), a secretaria de Agricultura e a Câmara Setorial do Café entregaram 10 mil pacotes da Edição Especial dos Melhores Cafés do Paraná para as 10 entidades que patrocinaram o Concurso Café Qualidade Paraná, realizado em outubro de 2015. Os pacotes de café torrado e moído, de uma edição exclusiva e limitada, foram comprados dos produtores premiados pela comissão organizadora com recursos dos parceiros e personalizados com as logomarcas de cada um.

A comissão organizadora pagou de R$ 740 a R$ 1.500 a saca, valor bem superior ao de mercado, que era de R$ 405 em outubro do ano passado. O preço variou conforme a premiação, sendo que alguns dos cafés também foram premiados pelo concurso nacional promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café.

Foram compradas 69 sacas de café, todas com nota acima de 75 pontos na escala da Associação Americana de Cafés Especiais, sendo que os cafés mais premiados atingiram até 86,5 pontos.

Foram contemplados os seguintes parceiros: Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Federação da Agricultura do Estado do Paraná e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faep/Senar), Federação dos Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Cooperativa Integrada, Sebrae, Sicredi e Itaipu Binacional.




Fonte: Agrolink

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