Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Soja: Incertezas e custos aumentam dependência

A colheita da soja se aproxima dos 90% da área semeada em Mato Grosso, foram 9,20 milhões de hectares cobertos na safra 2015/16, o milho e o algodão safrinha se desenvolvem, mas o produtor já está no mercado à procura de oportunidades de negócios, seja para travar custos de produção para o novo ciclo como também garantir preços à saca no mercado a termo, para entrega futura. E com as incertezas política e econômicas que o Brasil vivencia, para qualquer lado que o agricultor olhe, o dólar segue sendo a tábua de salvação para melhorar a receita, a nova safra vai começar exatamente como a última vai terminar, mais dependente do câmbio do que nunca. Mas nesse primeiro momento, o valor ofertado à saca está baixo da variação do custo de produção no Estado.

Como explicam os analistas do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), “o ponto crucial da próxima safra está em torno das receitas. Desde o ano passado, os preços internos se tornaram cada vez mais “dependentes” de escaladas do dólar. Atualmente, os preços da safra 2016/17 ofertados pelas trades, com média próxima a R$ 63/sc, são 10,5% acima dos patamares registrados no preço futuro do ano passado, entretanto, abaixo do aumento no custo aguardado na safra 2016/17. Diante disso, os produtores devem ficar bem atentos às oportunidades geradas pelas oscilações do dólar para travar não só seus custos como as vendas da nova safra”.

Os analistas frisam que assim como foi a safra 2015/16, a temporada 2016/17 será de grandes desafios. “O produtor está colhendo, mas já deu início à a compra dos insumos da próxima safra. Em um ano de grandes instabilidades política e econômica no Brasil, a safra 2016/17 se depara com grandes desafios e o primeiro deles já se mostrou, a alta do custo de produção”. Por mais uma safra seguida, a terceira de grandes elevações na sojicultura, o produtor sabe que o dólar elevado em comparação ao mesmo período do ano passado, vai impactar nesse primeiro momento, antes mesmo de começar a vender sua produção, sobre o custo de implantação da lavoura.

Conforme divulgou ontem, por meio do Boletim Semanal da Soja, o custo total de produção deve crescer 12%, atingindo a média de R$ 3.306 o hectare plantado. Da safra 2014/15 para a 2015/16, o custo rompeu a barreira dos R$ 3 mil por hectare e na próxima temporada segue em ascensão.

ANÁLISE - O preço da soja em grão vem registrando no primeiro trimestre de 2016 patamares inéditos em Mato Grosso, refletindo o dólar elevado e uma realidade que diverge do mercado internacional. Para se ter uma ideia, a média do preço de compra no acumulado dos três primeiros meses deste ano (janeiro, fevereiro e março), 62,30/sc na média, está 34% mais valorizada do que a média dos últimos cinco anos, que foi de R$ 46,40/sc. “Apesar disso, a pedida do produtor (preço de venda) não vem recuando, pelo contrário, a média do 1º trimestre de 2016 é a maior já registrada da série histórica do Imea (desde 2010). Uma das justificativas está em torno dos altos custos produtivos da safra atual e nova alta nos custos da próxima safra”, destaca trecho do Boletim da Soja do Imea.

Em março, o preço de negociação (compra) da soja disponível, recuou no Estado refletindo no esfriamento das negociações e elevações na pedida do produtor. Daqui para frente, os preços de venda tendem a recuar à medida em que o produtor precisar realizar negócios para cobrir seus custos, sobretudo, da próxima safra.




Fonte: Agrolink

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