Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Ater ajuda na garantia de renda de agricultoras da Bahia

No Povoado de Lagoa do Peixe, em Barra do Mendes (BA), a 534 quilômetros da capital, Salvador, a agricultora familiar Ivanice Rosa de Souza Silva, 32 anos, se juntou a mais 19 trabalhadoras rurais para montar uma cozinha comunitária. Muitas delas viviam apenas em função da produção para consumo próprio e não conseguiam renda com isso.

Frutas como manga, acerola e umbu estragavam nos pés do povoado, por falta de aproveitamento. Hoje, elas viram polpas e são comercializadas em feiras. Também são produzidos outros produtos, como pães, bolos e biscoitos. “Antes nós não tínhamos como processar as frutas e nem como armazenar a polpa. Tudo isso surgiu quando recebemos Ater. Tivemos acompanhamento por dois anos, nos ajudaram a descobrir o que seria ideal desenvolver na nossa comunidade, o que tinha a ver com a nossa realidade, nossa produção”, explica Ivanice, atual presidente da Cozinha Comunitária.

Ivanice conta que, quando o grupo foi selecionado para receber a Assistência Técnica e Extensão Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), viu a chance de levar adiante esse sonho. “Antes a gente não sabia que era capaz de construir essa cozinha. Víamos as frutas perdendo e não sabíamos o que fazer. Agora nos sustentamos com nossos produtos”, comenta.

A agricultora lembra que muitas mulheres do povoado não tinham uma visão mais ampla. “Viviam do fogão pra roça, nem na cidade iam. Com a capacitação, muitas delas passaram a ver seus direitos fora daquele espaço. Com esse treinamento vimos que somos capazes de vencer nossas barreiras”, observa.

O projeto foi um incentivo para que essas mulheres e suas famílias permanecessem no campo. Desde os nove anos, Ivanice ia trabalhar na roça com o pai e a mãe, mas achava a rotina difícil. “Eles me ensinaram que a vida no campo tem que ser de perseverança. Hoje, também estamos tentando manter o jovem no meio rural, lá no nosso povoado. Porque sabemos a dificuldade de inseri-los em nossa cultura. Com nossa cozinha comunitária, somos um exemplo para eles”, afirma.

No final de 2014, chegou ao fim o acompanhamento de Ater e o grupo de agricultoras começou a caminhar por conta própria. “Nossa renda começa a nos manter e, como começamos há pouco, estamos a cada dia evoluindo um pouco mais, batendo meta por meta. Agradecemos a oportunidade do atendimento de Ater porque nos abriu os olhos, e estamos felizes com os resultados”, comemora.

O próximo passo das agricultoras é aprofundar na parte de finanças e administração, para desenvolver mais o projeto. “Equipamos nossa com cozinha com dinheiro do Fomento Mulher, o que nos deixou mais fortes. Tinham pessoas que nos diziam que esse programa não ia funcionar e deu certo. Hoje, temos nossa cozinha funcionando e nosso trabalho nos sustentando. Então, temos que continuar nos capacitando, para crescer mais”, ressalta.  

Ascom/MDA




Fonte: Agrolink

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