Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

IMA certifica 12 produtores de orgânicos

O IMA esteve presente na conferência da Ater e certificou produtores de orgânicos (hortifrutigranjeiros) da cidade de Claraval. Além do certificado, receberam selo do IMA que constará na embalagem dos produtos. O coordenador regional do instituto, Geraldo Faria de Oliveira, disse que existem dez escritórios seccionais do órgão e na cidade de Passos fica um deles. Ele falou sobre a participação do órgão na conferência. “O IMA participou como entidade certificadora de orgânicos, os 12 produtores de Claraval foram preparados, toda a documentação e a preparação nas propriedades foi feita pela Emater e o IMA fez auditorias nas propriedades, assim verificou que eles estão aptos a serem certificados como produtores de orgânicos”.

Geraldo apontou as perceptivas dos orgânicos na região: “Os auditores do IMA que fizeram a certificação de Claraval vieram de Belo Horizonte, porém neste encontro e como existe desejo de ter mais produtores para serem certificados, inclusive os do café orgânico, já entrei em contato com o gerente da certificação e agendei para o próximo treinamento que deve ser em abril, o treinamento de um dos agrônomos nossos regionais, ele vai fazer a certificação de produtos orgânicos tornando-se auditor”.

Para aqueles interessados em adquirir o certificado e o selo é preciso passar por todo um processo. “Primeiro ele vai procurar a Emater que é o órgão do estado encarregado em dar assistência técnica, esta vai verificar as condições do produtor e prepará-lo para a auditoria do IMA – se o produtor se enquadrar em todo o processo de orgânicos e se estiver apto em documentação, produção e sistema de produção então vão solicitar a auditoria do IMA que é acreditada pelo Inmetro, o que oferece mais garantia, os produtores serão mais visados ainda no mercado”, explicou Geraldo.

Oliveira revelou ainda que a finalidade do IMA e da Emater é criar novas aberturas de mercado para os produtores agregando valor ao produto deles que é o foco final e ao mesmo tempo atendendo ao consumidor final com alimento seguro e de qualidade.

“A conferência técnica de assistência técnica e extensão rural com ênfase na agroecologia e alimentos saudáveis é de extrema importância, pois percebemos que o mercado consumidor está ficando mais exigente e exigindo produtos de qualidade para as famílias. O mercado têm que ser empreendedor o suficiente para poder enxergar essa nova opção para o produtor rural, ele vai conseguir vender o produto com um preço melhor porque tem o certificado – também agregar valor ao seu produto”, afirmou.

Certificada
A produtora de alface, chicória e verduras de folha em geral, Jéssica Cássia Gomes, que reside no município de Claraval e trabalha no cultivo das verduras junto com a família, foi certificada e estava contente com a conquista. “O certificado e o selo vão abrir mais portas e melhorar ainda mais o mercado para nós. Há três anos estamos atuando neste ramo, vendemos para a região de Claraval e para escolas em Franca, feiras e supermercados. Tem boa saída, temos e-mail e o pessoal tem pedido bastante”, disse Jéssica.

Segundo a produtora orgânica, a Emater deu auxilio técnico e apoio. “Tínhamos o cultivo familiar só para nosso uso, então vimos a oportunidade de transformar em negócio e trazer renda para a família, entrou a Emater, fizemos reunião e estamos colhendo os frutos”, observou.




Fonte: Agrolink

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