Processos de produção

Os processos de secagem e armazenagem dos nossos produtos são realizados utilizando a mais alta tecnologia, buscando segurança e eficiência das operações e qualidade dos produtos. Esse processo abrange as atividades desde o campo até o recebimento e armazenagem nas unidades da Arrozeira Banhado. O transporte do arroz e da soja até a unidade de armazenamento é realizado com o máximo de cuidado, a fim de preservar a qualidade dos grãos. Cada etapa do processo é inspecionada e ajustada para que se obtenha um produto de excelente qualidade.

Estrutura Física

Arrozeira Banhado conta com uma moderna estrutura de secagem e armazenagem de arroz. Tem capacidade para estocar 45 mil toneladas de arroz em suas unidades. Recebendo 1.500 ton/dia.

Gado de corte de Aceguá - RS.

A criação do gado, com trabalho continuo em melhoramento genético a Arrozeira Banhado, busca somente animais com características de desempenho adequadas para maior produção de carcaça em um período menor de tempo de engorda a campo em pastagem de azevém trevo e cornichão.

Meio Ambiente

Nas áreas cultivadas pela Empresa, é feito o recolhimento de filtros de lubrificantes e de embalagens vazias de agrotóxicos para posterior envio a pontos de coletas. São utilizados tanques de combustível e rampas de lavagem com caixas de retenção de resíduos, para reduzir possíveis impactos negativos ao meio ambiente.

Controle de ‘gigantes’ afeta preços

Pecuarista em Bela Vista do Paraíso e presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte (ANPBC), Alexandre Turquino acredita que a concentração de frigoríficos na mão de apenas grupos gigantes gera controle de preços. "Estão tendo dificuldade em achar boi gordo, mas o valor estava apertado para o pecuarista", diz.
Turquino investe na criação de bezerros para venda em leilões. "Mantive as matrizes e acreditei na falta de bezerros depois que muitos começaram a abater as matrizes. Nossa aposta deu certo porque um bezerro top, que era vendido a R$ 800 há três anos, hoje está de R$ 1,8 mil a R$ 2 mil", conta.
O comum era que frigoríficos trabalhem com matéria-prima comprada para 15 dias e hoje a média é de quatro dias, diz o presidente da ANPBC. "O problema é que demora até seis anos para ter resultado e o pessoal está voltando a criar", completa.

Para o consumidor
Apesar da alta no preço da arroba, os frigoríficos têm dificuldade em repassar o preço ao mercado interno. "Com o desemprego, muitos trocaram a carne de boi pela de frango ou suíno", diz o técnico Eugênio Stefanelo, da Conab. Ele explica que o consumo de carne bovina, que já foi de 38kg per capita, caiu para 35kg em 2015. "O preço interno não tem como aumentar, mas a saída é a exportação para lucrar mais", finaliza. (F.G.)




Fonte: Agrolink

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